sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A se pensar ...

Cultura que se come

No último domingo (18/1), centenas de pessoas passaram pela rua da galeria Choque Cultural, na Vila Madalena, em São Paulo (SP), para o evento “Gastronomia é Cultura que se Come”. Iniciativa do Instituto ATÁ, em parceria com a feira gastronômica O Mercado e a Choque, o evento reuniu chefs de cozinha reconhecidos em prol da campanha Eu Como Cultura. O objetivo era angariar assinaturas para o manifesto que deve ser enviado ao Congresso Nacional.
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Cervejas temperadas com sabor de frutas brasileiras

No "Comida"da Folha de São Paulo dessa semana.
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sábado, 10 de janeiro de 2015

Preço dos alimentos dobrou em 10 anos

Daniela Amorim - Agência Estado

09 Janeiro 2015 | 14h 23

Custo avançou 99,73% entre 2005 e 2014, enquanto índice de inflação registrou taxa bem inferior, de 69,3%, de acordo com o IBGE

Os preços dos alimentos já subiram 99,73% nos últimos dez anos, muito acima da inflação oficial no período, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma taxa de 69,34% de 2005 a 2014. Ou seja, o custo para comer praticamente dobrou no período.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Votos do ex-presidente F H C para a nação




Fernando Henrique Cardoso - Inovar na política

• Meus votos são para que não haja oposição entre esquerda retrógrada e direita golpista e que se consiga melhorar o sistema político-partidário


- O Estado de S. Paulo / O Globo


Ano novo, esperanças renovadas. É preciso continuar modelando o futuro com a argila de que se dispõe. Algo dará para fazer. Que posso desejar para 2015? Primeiro, que o Brasil reencontre o rumo. Brasil não quer dizer abstratamente um país com seu Estado, mas uma nação com seu povo. Sem um Estado que funcione eficazmente, nem o mercado funciona, nem a sociedade. Porém opor Estado e mercado, sociedade e Estado, mais atrapalha do que ajuda a entender e melhorar o País. Na última década renasceu no Brasil a ilusão de que tudo seria feito e "salvo" pelo Estado. Deu no que deu, com mensalão, petrolão, ineficiências múltiplas e um amálgama degenerado de "capitalismo da companheirada" que nos levou à estagnação econômica. Que ultrapassemos isso é meu desejo.


Quem sabe superaremos o primitivismo político de considerar como "neoliberal" tudo o que é necessário fazer para que as finanças públicas e a administração funcionem bem, respeitando suas possibilidades reais, mais ou menos elásticas conforme as circunstâncias, mas nunca infinitas, propiciando um clima favorável para que as pessoas, as organizações e as empresas possam expandir suas potencialidades. Tomara que, ao mesmo tempo, superemos o primitivismo de considerar como "de esquerda" quem for contrário a essas práticas.


Claro que se pode e deve distinguir entre "esquerda" e "direita", com suas variantes intermediárias. Mas a oposição correta é outra: sempre foram considerados de esquerda os que querem mudar estruturas para beneficiar a maioria, pela via da "revolução" ou das reformas (a esquerda democrática é reformista). A direita clássica costuma se opor às mudanças, em particular a "reacionária", pronta para impor sua lei e ordem a qualquer preço.


No Brasil não estamos diante desse dilema. Não há partidos relevantes "de direita", tampouco "revolucionários", à esquerda. Quando necessário, há os que se definem como liberais, de um lado, e social-democratas, de outro. Ainda muito numerosos são os setores que representam o atraso (práticas clientelistas, lenientes com a corrupção e com o arbítrio do Estado). Meus votos são para que não enfrentemos uma oposição entre esquerda retrógrada e direita golpista.


Sendo progressista, portanto, "de esquerda", desejo que se consiga alcançar consensos que melhorem o sistema político partidário, dando-lhe certa coerência ideológica. Para dar passos iniciais bastam três emendas à Constituição: voltar a aprovar a "cláusula de barreira", quer dizer, exigir dos partidos um número mínimo de votos em âmbito nacional e em certo número de Estados para lhes assegurar plena representação no Congresso, acesso ao Fundo Partidário e ao horário gratuito na TV; proibir as coligações entre partidos nas eleições proporcionais; e vedar o uso de marketing político nas TVs. A TV seria usada apenas para debates entre candidatos ou para suas falas diretas à audiência. Isso reduziria drasticamente o custo de campanha. O financiamento privado, se mantido, deve limitar-se a algo como R$ 1 milhão por conglomerado de empresas, dado apenas a um partido, e não a todos, o que cheira corrupção. O financiamento da pessoa física seria livre, desde que limitado em valores.


Passo mais audacioso pode ser a introdução experimental do voto distrital nas eleições para as Câmaras Municipais. Embora em tese eu prefira o distrital misto, essa proposta, do mesmo modo teria a vantagem de não alterar a regra constitucional que exige a proporcionalidade e, além disso, de ter mais adeptos do que o sistema distrital misto. Essa modificação abriria espaço para, no futuro, estender a prática às eleições estaduais e nacionais. Ao longo do tempo, o espectro político encolherá e se tornará mais nítido.


Atualmente a polarização PT-PSDB distorce o significado do voto, já que os ideários dos dois partidos não são necessariamente antagônicos. Nascidos como "primos" no final do regime militar, esses dois partidos pertencem à família "social-democrática". Não obstante, um se acredita mais "à esquerda", com ingredientes de socialismo revolucionário e, juntamente com eles, elementos autoritários; o outro é mais liberal, embora decididamente favorável à regulação pública de setores da economia.


Na refrega, o PT empurra o PSDB para "a direita" e, em reação, o PSDB empurra o PT para o lado do "atraso corrupto". Não existe direita organizada no espectro partidário brasileiro. PT e PSDB distinguem-se mais pela contemporaneidade do último, que reconhece explicitamente a necessidade de dar ao mercado o papel que lhe corresponde nas sociedades contemporâneas, da mesma forma que não atribui ao Estado todas as virtudes. O PT, quando também age assim, é a contragosto, levado pela realidade.


A maior diferença entre os dois partidos é o modo como enxergam os processos políticos que levam à mudança: o PT crê numa vanguarda partidária que pela via eleitoral ganha o governo, apropria-se do Estado, infiltra-o com militantes ou "aliados" e, a partir disso, alavanca as reformas da sociedade. O PSDB, mais liberal, quando controla o governo não crê que deva juntá-lo ao Estado nem deseja usar este último como ferramenta quase exclusiva das reformas e dos avanços sociais, pois acredita mais na dinâmica da sociedade civil como mecanismo de mudança. E a direita onde fica? No atraso, no clientelismo, na luta por verbas e ministérios, mas sem expressão propriamente político-ideológica. O mesmo se diga da esquerda revolucionária, refugiada na teoria e no romantismo.


Meu desejo para 2015 é que tanto o PSDB quanto o PT e as novas forças políticas (como a Rede ou o Partido Novo) incorporem em suas crenças e práticas algo mais contemporâneo. Que olhem para as questões da sustentabilidade, da mobilidade urbana, da segurança, educação e saúde, entendendo as funções do mercado e do Estado no século 21; que não tenham medo das mudanças de estilos de vida, não fujam da discussão sobre regulação das drogas e se lembrem de que o debate político, tal como é hoje, dá às pessoas comuns a sensação de que os políticos estão numa conversa "entre eles", sem falar "com a gente".


Sociólogo, foi presidente da República

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

" Pão com manteiga no café ..."Nana Caymi
Feliz ano novo!
Bonne et heureuse année!
Gelukkige nieuwjaar!
Feliz año nuevo!
Happy new year!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz ano 2015...será?

O que desejar em 2015 para o país?
Que ele seja a continuação lógica de 2014 com o a aprofundamento irrestrita dos escândalos revelados antes e depois das eleições e do isolamento dos responsáveis - todos, para poder sonhar no processo de retomada da confiança.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

En France, les Bouchers aux armes...Christian Le Lann : «Adieu poire, merlan, collier, araignée, échine, plat de côtes...»

TRIBUNE
Les dénominations des morceaux de viandes bovine et ovine, dans les grandes surfaces, vont être remplacées par un classement à base d’étoiles et des termes génériques («à mijoter», «steak», etc.) Ce système, qui prétend simplifier l’étiquetage et menace de s’étendre, fait disparaître un pan entier de notre culture.
Clique aqui

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

domingo, 14 de dezembro de 2014

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Benedito Castro Telles, ambos falecidos, apoiariam com bom grado o movimento liderado pelo Chef Alex Atala

Mercado no bairro de Pinheiros entra na mira de chefs
EDITORA DE "COMIDA" E "TURISMO" No largo da Batata, onde será reaberto o local onde funcionava o Aeroanta, o Mercado Municipal de Pinheiros (zona oeste de SP) tem passado por uma reformulação com a chegada de chefs.
Dono do restaurante D.O.M., Alex Atala pretende transformar o local em um novo cartão-postal da cidade.
Clique aqui para ler a matéria de "Comida"e "Turismo" da Folha de São Paulo

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

"Belgium fries"


A Bélgica está lutando para que a Unesco inclua a batata frita, ícone da culinária popular belga, na lista dos patrimônios culturais e imateriais da humanidade. O segredo das famosas batatas, segundo os especialistas, se deve a qualidade dos tubérculos, cultivadas na Bélgica, somada a gordura de boi e porco derretida utilizada para fritar o vegetal. O país, que conta inclusive com um museu dedicado à batata frita , defende que a receita é uma invenção nacional, e merece ser reconhecida em nível internacional.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Paladar - Território Brasil – I.G. pra quê?

O Brasil já tem 24 regiões reconhecidas pela excelência e tradição de seus produtos gastronômicos. Queijos, vinhos, cafés… O número de territórios certificados com selo de Indicação Geográfica (I.G.) não para de crescer. Território? Sim. Abrasileiramos aquilo que os franceses chamam de terroir.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Parabens Mesa III

Carroça de orgânicos vende produtos no Mesa III
 
Quando a chef Ana Soares, do Mesa III, vivia em Guararapes, no noroeste paulista, produtos como pães, carnes, miúdos, ovos e vegetais eram vendidos em carroças, por produtores do entorno. “Eram uns quiabinhos, ovos caipiras, coisas vindas das hortas que são inesquecíveis”, diz. Sábado, dia 15, esse espírito interiorano vai tomar a entrada de seu pastifício com uma carroça cheia de orgânicos para serem vendidos ali. A iniciativa é fruto das recordações de Ana, mas também “questão de agitar o bairro e incentivar pequenos fornecedores”, diz.
Por Redação Paladar 
Para ler a matéria 

domingo, 2 de novembro de 2014

Acorda Brasil!


Ver Video
Ventos de juventude e renovação sopram sobre São Paulo.
As manifestações na Avenida Paulista desse fim de semana estão se iniciando com os mesmos presságios do movimento Diretas Já de1983. Um movimento civil de reivindicação que se iniciou sem apoio da mídia e até com descaso da sua parte.
O movimento deu certo prq a população não abriu mão da sua contestação.
Na torcida para acontecer o mesmo aqui e agora

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Chocolatier Diego Lozano vai representar o Brasil em Paris


'Copa do Chocolate' elege o brasileiro que vai disputar mundial em Paris


Diego Lozano venceu a final brasileira do World Chocolate Masters, em SP.
Ele terá um ano para se preparar para a disputa internacional.

Matéria completa no G1

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Espaço coletivo para experienças culinárias

Colaborativo| 29 de outubro de 2014 | 6h 57 no jornal Estado de SP


Chefs vão contar com cozinha industrial coletiva na cidade de São Paulo


Primeiro coworking de gastronomia vai se chamar House of Food e abrirá espaço em novembro para quem quiser testar criações culinárias

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Tudo a refazer para ter um Brasil mais justo...

A oposição não perdeu a eleição!
Ela se fortaleceu e aponta o rumo para os próximos meses.
Mentiras, arrogância, falta de ética e desvio de conduta precisam ser apuradas a luz do dia a dia para todos os brasileiros.
A união em volta de uma figura de proa como Aécio Neves com sua base fortalecida e definida é um refazer com grande futuro.
Enfrentaremos todos juntos os assaltos aos cofres públicos para fazer um Brasil mais justo.

domingo, 26 de outubro de 2014

Destaque para os chefs irmãos Castanho de Belem no The New York Times

BELÉM, Brazil — To start things off right at Thiago Castanho’s laboratory of Amazonian culinary revelations, take a sip of his signature cocktail, which blends cachaça, made from sugarcane, and jambu, an herb with analgesic properties whose flowers look like yellow and pink eyeballs. Sit back and let the jambu create a pleasant tingling sensation on the tongue.
Matéria completa clique aqui

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Uma perola!




“Como o senhor quer que eu acredite que, com a mesma receita e o com mesmo cozinheiro (Arminio Fraga), vão entregar um prato diferente?" Frase da candidata Dilma no debate de ontem na TV Bandeirantes.

No seu dialeto particular a candidata Dilma precisaria entender um pouco mais sobre cozinha e cozinheiro antes de se aventurar na sua desastrosa comparação entre cozinha e economia. Os mesmos ingredientes com o mesmo cozinheiro podem sim resultar num prato diferente e é corriqueiro.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Uma viagem pelas raizes do Brasil


  • Mandioca e outras rota
  • Por Marilia Miragaia
A mandioca estrela o mais novo roteiro da operadora de turismo Laboratório do Sabor, especializada em tours gastronômicos. Criada por Ricardo Frugoli, aposta em itinerários dedicados a um único produto gastronômico, no Brasil ou no exterior. Entre eles, uma visita à Bahia percorre a rota do cacau, em Ilhéus. O dendê também está no roteiro nacional, com visita ao Recôncavo Baiano
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