domingo, 23 de outubro de 2011

Aconteceu na Mantiqueira



Sábado nas nuvens de Campos do Jordão.

Fui convidado a descobrir novas ações do Ecoparque Pesca na Montanha. Já tinha elogiado para amigos que lá se fazia a mais saborosa truta defumada à moda antiga da região. É sem duvida sempre mais agradável aceitar um convite quando se tem referencia de qualidade no serviço e nos produtos oferecidos.

 
Posted by Picasa

Num espaço privilegiado, rodeado de uma natureza exuberante de verdes e águas, Monica Simonsen apresentou o Projeto Jatayu que permite a recuperação, soltura e monitoramento de pássaros silvestres do bioma da Mata Atlântica. Para os amadores e interessados em ornitologia é a oportunidade de observar a variedade e beleza das aves no seu habitat natural.



Outro projeto integrado ao espaço com respeito à natureza foi associar aulas de arco e flecha com o professor Caio Marcondes Ferreira à pratica desse esporte em trilhas previamente preparadas e orientadas por GPS.

sábado, 1 de outubro de 2011

Mercado Municipal de Pindamonhangaba

 
Posted by Picasa

Continuando a minha pesquisa por pequenos produtores locais e por ingredientes tipicos da região da Serra da Mantiqueira, aproveitei este sábado para visitar o Mercado Municipal de Pindamonhangaba e conferir o que está acontecendo com a identidade dos Mercados no interior de São Paulo.
Sobe um prédio de época me deparei com uma feira que remete mais a feira do Paraguai de Brasilia ou a feira do Guará que está a cada dia perdendo mais espaço na área de produtos alimentícios e ingredientes para vender as bujigangas e mercadorias importadas da Asia.
As barracas de hortalicias e frutas montadas todo sábado nos arredores do Mercado como feira livre, salvaram o meu passeio.
Viva o Mercado Municipal de Paraisópolis que mantém intacta sua função e identidade.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Especial de Aniversário Seis Anos

Antológico!

Só posso parabenizar o conteúdo do Caderno Especial de aniversário do Paladar de hoje quinta feira 29 de setembro de 2011.
O manifesto apresentado nos textos aponta para uma visão da gastronomia brasileira mais diversificada e subsequentemente muito mais rica.
É por ai que a Gastronomia Brasileira tem que caminhar.
Matéria completa no http://www.estadao.com.br/paladar/

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cardápio indigesto

Andando por uma região de canibais, o arqueólogo chega a um restaurante escondido no meio da selva.
O cardápio chama sua atenção:

RESTAURANTE CANIBAL
só servimos carne importada

Missionário inglês frito ............................. US$ 20,00

Turista americano a moda do chef ...........US$ 25,00

Freira italiana ensopada ......................... US$ 35,00

Político brasileiro ao forno ..................... US$ 250,00

Político brasileiro do PT ao forno ........... US$ 700,00

Não aceitamos cheques.

Intrigado com a disparidade de preços, ele pergunta ao dono da espelunca a razão de os pratos elaborados com políticos brasileiros serem tão caros.
O empresário, então, explica:
- Bom, o cara lá do Brasil, que exporta para nós, garante que político
brasileiro é muito difícil de ser caçado.
Para piorar, meu cozinheiro disse que eles levam horas e horas cozinhando. E tem mais: o senhor, por acaso, já tentou limpar um?

domingo, 4 de setembro de 2011

Recebi e vale refletir

“Se colocam fotos de gente morta ou doente nos maços de cigarros,
Deveriam colocar também:
de gente obesa em pacotes de batata frita,...
de animais torturados nos cosméticos,...
de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas,...
de gente sem teto nas contas de água e luz,
de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos

domingo, 28 de agosto de 2011

“Kitanda Brasil”



Domingo em Santo Antonio do Pinhal sem aquela revista Veja do “Poderoso Chefão” na banca da cidade, a se perguntar porque. Nada que a internet não resolva.
Aproveitei para ir até Gonçalves almoçar no restaurante “Kitanda Brasil” da Tanea Romão ex-sócia fundadora da empresa de geleias artesanais “Senhora das Especiarias”. O restaurante situa-se no centro da cidade e é montado em três pequenas salas de uma casa térrea típica da região, com um grande quintal arborizado que abriga, quando o tempo permite, longas mesas acolhedoras.
O serviço cuidadoso é feito por meninas dos aredores, sempre com sorriso cheio de ternura e uma bela intimidade com os petiscos.
O menu é pré-estabelecido pela cozinha e consiste numa variação de pequenos prazeres para os olhos e o paladar. O pão feito em casa é servido com várias manteigas temperadas, uma sopinha de beteraba de sabor delicado, os melhores toresmos que comi nos ultimos tempos, sutis bolinhos de arroz com miolo de queijo derretido, uma feijoada minimalista e, de sobremesa, uma sopa de queijo com doce de leite.
Posso dizer que a proposta é bem sedutora e valoriza a tranquilidade do bucólico da região.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

É nisso que dá deixar de fiscalizar a rede de supermercado que vende Pirarucu como Bacalhau

Karina Ninni - O Estado de S. Paulo
Moradores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá (RDS), no Amazonas, estão denunciando ameaças de morte por parte de pescadores profissionais de Fonte Boa (AM), cidade vizinha à reserva. A denúncia foi encaminhada em forma de carta a pesquisadores e jornalistas. Os ribeirinhos, ligados às Associações de Produtores do Setor Maiana e do Setor Solimões do Meio, afirmam que pescadores de Fonte Boa estão invadindo a RDS e burlando um acordo de pesca. A carta é escrita em nome de 16 comunidades (cerca de 214 famílias ou 1070 pessoas).


"É uma região em que se formam lagos cada vez que acontece a vazante, e eles ficam cheios de peixe. Existe um acordo entre os pescadores da reserva e os de Fonte Boa, que podem pescar em alguns dos lagos. A queixa é que os 'de fora' estão invadindo a área à força e pescado em lagos que não lhes foram destinados, além de não respeitar o período em que a pesca é proibida", afirmou uma fonte que não quis se identificar e que já trabalhou em Mamirauá. Ele diz que recebeu, pelo telefone, dois chamados de socorro dos moradores da RDS, um deles relatando a ocorrência de tiros.

"É importante frisar que os comunitários chamaram a Polícia Militar de Fonte Boa e colocaram à disposição dela um barco e ajuda para combustível, mas a corporação se recusou a ir até lá", afirma a fonte.

Os ribeirinhos da RDS fazem o manejo do pirarucu, espécie considerada ameaçada e com pesca proibida o ano todo no Estado do Amazonas. A RDS Mamirauá é uma das poucas regiões do Estado do Amazonas em que as populações têm autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o manejo e a pesca da espécie, durante três meses do ano. Mas só podem ser capturados indivíduos com mais de 100 kg. "Por todo esse trabalho, temos sofrido muitas ameaças de morte", diz a carta dos comunitários. A reportagem tentou contato com uma liderança de dentro da RDS, sem sucesso.


O chefe do Departamento de Manejo e Geração de Renda do Centro Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas (CEUC), Guillermo Moisés, afirma que o conflito foi relatado pela primeira vez há cerca de um mês, e que já esteve no local.


"Recebemos a primeira denúncia dia 20 de junho e me desloquei até lá no dia 23, para uma reunião na qual presentas várias instituições locais, representantes dos denunciantes e dos pescadores de Fonte Boa. O que acontece é que o grupo que deveria estar cuidando do zoneamento pesqueiro na região deixou de se reunir e o zoneamento não saiu. Aí, os moradores de dentro da RDS, na tentativa de chamar atenção para o fato, proibiram os outros de entrar lá. E foi aí que começou o problema. Durante minha diligência, estabelecemos que o zoneamento seja finalizado até agosto e abrimos outras áreas aos pescadores da cidade. Também enviamos um técnico nesta quarta-feira para acompanhar de perto o conflito", explicou Moisés. Ele afirma que a carta enviada aos jornalistas não cita as providências já tomadas. "É como se nada tivesse sido feito."


Polêmica

O presidente da Associação de Pescadores do município, Sebastião Neri, afirma que nada do que consta na carta dos ribeirinhos é verdade. "Não houve ameaça de morte, não houve tiro. Quer dizer, tiro houve, mas foram tiros em pássaros que os pescadores estavam caçando para se alimentar", explica.


Ele diz que os comunitários de Mamirauá é que fecharam os nove lagos em que os pescadores da cidade tinham permissão para pescar, dentro da RDS. "Não sei porque fecharam. Não fizemos nada para que isso acontecesse", afirma.


A versão é corroborada pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Sustentável de Fonte Boa, Arley Afonso.


"Dois comunitários lá de dentro resolveram por conta própria fechar a entrada dos lagos. Sentamos com eles e com os pescadores da cidade e explicamos que essa gestão tinha de ser participativa. ", afirma Afonso, que não soube explicar o porquê dos comunitários da RDS terem fechado os lagos aos pescadores "de fora".


A carta dos habitantes da reserva de Mamirauá fala abertamente em ameaça de morte. "Hoje, não podemos mais chegar à cidade de Fonte Boa, pois há um grupo de pescadores que querem nos matar" (sic).


"A carta e a situação nos deixam surpresos: o conflito não tem essa magnitude, não existem ameaças de morte nem nada disso", diz Arley Afonso.

Segundo Sebastião Neri, dos nove lagos que haviam sido fechados para os pescadores da cidade, três já foram reabertos. "Faltam seis ainda", completa.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O que está errado?

Folha de São Paulo, quinta-feira, 21 de julho de 2011


Comida não viaja

Caricatos e sem viço, restaurantes de comida brasileira no exterior focam na cozinha saudosista para imigrantes e não são sucesso nem de público nem de crítica

Letícia Moreira/Folhapress

Restaurantes brasileiros no exterior têm dificuldade de encontrar cozinheiros; dos três do Rice'n'Beans, em Nova York, dois são mexicanos e só um é do Brasil

DE WASHINGTON, MADRI, PARIS, BERLIM, LOS ANGELES E NOVA YORK

O cardápio traz uma tal de "paella brasileira". Uma mistura, explica o menu, de camarões, mariscos, lula, arroz... E um molho verde de coentro, "jalapeño", agrião, alho, curry, vinho e azeite, tudo na panela de barro.
"Todo mundo pede", afirma Alcy de Souza, dono do Grill from Ipanema, restaurante brasileiro em Washington. No cardápio, há ainda um linguine de feijoada.
Os pratos, de causar estranheza, são uma caricatura da cozinha brasileira. Mesmo nos lugares mais fiéis, a lista não passa de feijão-preto, mandioca, bife acebolado, farofa, moqueca, coxinha e pão de queijo. Tudo bem-feito, mas sem brilhantismo nem arroubos de criatividade.
"A comida brasileira em Madri não tem nada a ver com o alto nível e variedade que provei quando estive no Brasil. A cena culinária de São Paulo me pareceu fora de série", afirma a jornalista Rosa Rivas, repórter de gastronomia do jornal "El País".
Para entender as dificuldades de levar a comida brasileira para fora do país, a Folha visitou restaurantes em Washington, Boston, Nova York, Los Angeles, Madri, Berlim, Londres e Paris.

IMPROVISO
Em comum, chefs e donos relatam a dificuldade de trazer ingredientes e de achar cozinheiros acostumados aos temperos do Brasil. E daí surge o improviso no fogão.
Para driblar a demora da burocracia francesa na importação dos ingredientes, o Gabriela, em Paris, usa picanha argentina, chuchu asiático, couve espanhola e arroz tailandês. O atraso faz com que os produtos cheguem do Brasil "quase vencidos".
Muitas vezes, a comida caseira improvisada nem sequer é feita por brasileiros.
No Rice'n'Beans, de Nova York, os donos são a filipina Sally Chironis e o bengalês Tito Rahman. Dos três cozinheiros, dois são mexicanos.
Alcy de Souza explica por que os cozinheiros que estão há 19 anos em seu Grill from Ipanema são salvadorenhos. "Brasileiro não fica. Quando faz um dinheirinho, já quer abrir o próprio negócio."
Resultado: sem sucesso de público nem de crítica, e de pobre ambição culinária, os restaurantes se amparam no banzo da comunidade expatriada, com foco nos imigrantes saudosistas.
No concorrido almoço de domingo, o movimento no Grill from Ipanema, em Washington, era mediano. Quase todos eram brasileiros. Alguns americanos chegaram para o "happy hour".
"Para os gringos, comida brasileira agora é churrascaria. O segmento está bombando", afirma o chef Márcio Silva, do Oryza, em São Paulo, que morou 14 anos em Nova York. "Uma pena."
O diagnóstico de Silva se repete ao redor do mundo.
Na capital espanhola, afinal, o rótulo de "brasileiro" é quase sempre colado a restaurantes que funcionam no esquema de rodízio ou bufê.

INGREDIENTES
Celso de Freitas, chef e dono do Gabriela, lamenta. "Desde 2005, o ano do Brasil na França, as coisas melhoraram, mas ainda é complicado achar ingredientes como carne-seca, requeijão e cachaça artesanal."
O Muqueca (assim mesmo, com "u"), na região de Boston, que o diga. Sem licença para vender destilados, oferece um arremedo de caipirinha com uma espécie de vinho licoroso que não passa no teste nem entre os que nunca provaram a versão original com aguardente.
Quando aparece, a clientela estrangeira vem atraída pela imagem exuberante do país no imaginário coletivo.
No Gabriela, o salão é decorado com um boneco barbudo do ex-presidente Lula, com fotos de índios, do Cristo Redentor, de Pelé. Plantas penduradas no teto criam um clima de selva.
No Café do Brasil, em Berlim, mulatas seminuas rebolam entre as mesas e capoeiristas tocam atabaque enquanto os clientes comem.
A dona, Aldacy Santos-Kleindienst, reclama da dificuldade de se firmar na cena gastronômica do descolado bairro de Kreuzberg, apesar dos dez anos do negócio.
"Você quer representar seu país, mostrar que o Brasil não é só samba, suor e cerveja, mas se sente aniquilado."
Nos EUA, a comida brasileira tem eco na culinária do sul do país, também de passado escravagista. Na Europa, os pratos às vezes são suavizados e servidos em etapas, costume local.
Na maior parte das vezes, para dar liga ao cardápio, evoca-se a ideia da comida caseira -epíteto que engole quase qualquer coisa.
(LUCIANA COELHO, LUÍSA BELCHIOR, CíNTIA CARDOSO, CAROLINA VILA-NOVA, FERNANDA EZABELLA E ÁLVARO FAGUNDES)

Noticias do restaurante Oca Lila em Alto Paraiso

 
Posted by Picasa


A nutricionista Caroline Bergerot com mais de 12 livros publicados na área colocou a mão na massa e apresenta seu novo cardápio no restaurante Oca Lila cuidadosamente repaginado em Alto Paraiso de Goias.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Do alto da serra

 

No inicio do ano, escrevi neste blog sobre o primeiro azeite de oliva produzido no Brasil. Aproveitei o fim de semana para conferir in loco o IV Festival de Maria da Fé e entendi o porque dessa produção: tem oliveiras com mais de 200 anos na praça da cidade. A produção de azeite, ainda em pequena escala, é de uma qualidade bem promissora.
Posted by Picasa

Araucária Arvore da Serra da Mantiqueira
http://www.florestasnaembrapa.com.br/noticia/17/Embrapa+Florestas+apresenta+resultados+de+pesquisas+em+seminario+sobre+araucaria

A vida por uma moto!

O chef suíço Nicolas Friedrich Hans Dornaus foi assassinado domingo a noite por assaltantes em Interlagos para roubar sua motocicleta.

Voltei!

 
Posted by Picasa

Sai da capital para subir a serra e descobrir os encantos da Mantiqueira no estado de São Paulo.

Chef Alex Atala no Roda Viva.

Em Brasília o acesso ao canal da TV Cultura é impossível. Foi no Youtube que pude assistir ao programa Roda Viva, que se destaca,há mais de vinte anos, pela qualidade dos mediadores e dos jornalistas convidados para diversificar, focar e enriquecer os assuntos abordados com perguntas ao entrevistado nas segundas-feiras.
Lá estava no centro do cenario o chef Alex Atala, bem á vontade e seguro de si, suas respostas claras e honestas, seu entusiasmo, suas convicções, seu preparo e sua forte personalidade provaram que ele é um dos chefs brasileiros agregadores e que pode ajudar a nortear a gastronomia no país.
O chef foi entrevistado por Maria Gabriela, enquanto quatro representantes da midia culinária escrita esperavam contidos a vez e a hora de poder fazer suas perguntas. Se quiserem assistir http://www.youtube.com/watch?v=2N05Z6vZdw0

domingo, 26 de junho de 2011

Bolo "Nega Maluca"

Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista um Bolo "Nega Maluca".
O balconista diz à cliente que usar o nome "nega maluca",
hoje em dia,pode dar cadeia, DEVIDO A:

- Lei Affonso Arinos;
- Lei Eusébio de Queiroz;
- Artigo Quinto da Constituição;
- Código Penal;
- Código Civil;
- Código do Consumidor;
- Código Comercial;
- Código de Ética;
- Moral e Bons Costumes,
- Além da Lei "Maria da Penha"....
- Então, meu filho, como peço a porra desse bolo ?
- Bolo Afro-descendente com distúrbio neuro psiquiátrico...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vale a pena ler - Jun Sakamoto um Chef engajado

Sonia Racy - O Estado de S.Paulo
A meticulosidade de Jun Sakamoto no balcão do restaurante que leva seu nome rende a ele, frequentemente, o título de melhor sushiman de São Paulo. E também a fama de "chato, mal-humorado e briguento", como ele mesmo descreve. Mas, consciente de que optou por uma profissão na qual para ter sucesso não necessariamente precisa beijar criancinhas para conseguir votos, o arquiteto formado na USP aceitou convite para disputar a presidência da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), amanhã, em chapa única. E liderar 185 associados. A seguir, trechos da entrevista.


Paulo Giandalia/AE'Somos contra o governo querer transformar os 10% do garçom em salário só para tributar', diz Sakamoto

Caso seu nome seja mesmo referendado amanhã, que marca pretende imprimir?

O crescimento da entidade. As pessoas do setor já me conhecem e sei que é diferente porque quando toco a campainha não sou só "mais um". Outra marca é que a nossa entidade é do diálogo, diferentemente da Abrasel que opta pelo embate entrando com ações na Justiça. Fomos os primeiros a procurar a Coordenadoria de Vigilância Sanitária, por exemplo, para trocar figurinhas. As vezes são trazidas demandas impraticáveis. Agora vem uma que me afeta diretamente: querem que a gente congele todos os peixes antes do preparo para evitar uma possível transmissão de verminose. Isso acaba com a qualidade do produto. O governo nivela tudo por baixo. Eles pegam a ponta final da cadeia (os restaurantes) e falam: "Vocês dão um jeito de consertar". Mas não fiscalizam o pescador...


Qual é a maior luta da ANR?

Criar condições para o setor se formalizar. E a tributação é o principal empecilho. O governo tem a visão de que dono de restaurante é milionário: "Esse ganha dinheiro, então o desgraçado tá roubando da população e de nós". É impressionante porque nossa margem é estreitíssima e só consegue tirar algum lucro quem é realmente competente ou quem faz tudo errado: compra carne de origem duvidosa, paga funcionário por fora. E vai fiscal lá no meio de Itaquera? Não, ninguém tá nem aí. E se vai, já chamam ali para o canto, "quanto é?", bate um carimbo, assina aqui e tá tudo certo. Já ouvi muitos casos assim. Ah, agora se pegam um Alex Atala... meu, o cara recebe até promoção. São situações em que nós, donos de restaurantes, somos apontados como vilões. No setor tem vilão que faz tudo errado? Tem, e a gente lamenta e luta contra. Só que o governo não acredita que o povo brasileiro possa ter boa índole. Pensa: "Se baixarmos os impostos aí é que os desgraçados vão nadar à vontade".


Qual é o posicionamento da instituição em relação à "lei da gorjeta", que já está no Senado?

Somos contra o governo querer transformar os 10% do garçom em salário só para tributar. Somos extremamente a favor de que essa gorjeta vá todinha para o funcionário, mas que não incida imposto sobre isso.


Mas muito dono de restaurante não repassa o valor ao garçom...

Por isso lutamos pela formalização desse procedimento. Donos de restaurantes também atendem pessoas do governo. Estamos mobilizando uma rede de contatos, falando com sindicatos representantes dos garçons, dos patrões, tudo para tentar chegar a um acordo e levar para Brasília, juntos, outro projeto de lei.


Você tem a fama de ser um chef que gosta de tudo do seu jeito, inclusive com os clientes. Você se acha democrático para ser representante desta entidade?

Eu sou sempre democrático. A democracia está em chegar a um acordo em que ambas as partes concordem. No restaurante eu só tenho oito lugares no balcão, onde faço um tipo de arte gastronômica. Então já é explicado na reserva como funciona. Se a pessoa estiver de acordo, ótimo, será bem-vinda. No começo, até conseguir passar essa informação, deu muito arranhão. O cliente chega no balcão e pede um sushi califórnia. Eu digo que não, não faço califórnia nem nada além da minha degustação. Tem gente que não entende isso, mas estamos falando de pessoas intransigentes, mimadas, arrogantes, que têm um ego gigante porque fizeram fortuna há pouco tempo. Ou porque herdaram o dinheiro, mas não cultura. Daí eu falo: "Desculpa, eu não obriguei você a vir aqui, você tem 600 restaurantes para ir e exigir o que quiser". Daí peguei a fama de chato, mal-humorado, briguento.


Seu estilo no balcão é diferente de quando está na mesa de reuniões?

Sim, fica bem distante, porque não tem emoção, só análise. A diretoria aqui é bem ativa e as decisões são tomadas em conjunto. Se mudarmos a plaquinha de presidente de lugar, não fará a menor diferença.


Como lidam com a questão dos arrastões nos restaurantes?

Discutimos o assunto em todas as reuniões. Pedimos um plano de ação à Secretaria de Segurança Pública. Conseguimos, no máximo, mais viaturas circulando nas áreas com mais restaurantes. Nas assembleias plenárias, alertamos os associados porque, por incrível que pareça, muita gente nem abre o jornal, nem sabe o que está acontecendo. Recomendamos, aos que tiverem condições, colocar mais equipamentos de segurança. E rezamos, né?


A lei antifumo comprometeu o movimento?

Na ANR, todos fomos extremamente a favor da lei porque faz bem à saúde. E quando a coisa acontece para todo mundo, não tem queda de movimento. Porque daí o cara não vai mais em restaurante para ficar em casa fumando? Não existe isso.


E a "lei seca"? Afetou?

Também é importante, mas não pegou por falta de fiscalização. No Rio pegou, porque lá você faz blitz em três corredores e pronto, fechou o Rio de Janeiro. É o poder público nivelando por baixo, tratando todo mundo como um bando de bebum.


Há um projeto de lei na Assembleia Legislativa que propõe regulamentar a cobrança do couvert porque, muitas vezes, o cliente não sabe se o produto será cobrado ou não. Qual é sua opinião?

É mais uma vez o governo defendendo o burro que não sabe de nada. Por que não dá educação em vez de tratar a gente como bandido que quer se aproveitar? Nada é de graça nesse mundo. Mas procuramos tentar dialogar. E entender como nasce um projeto de lei desses... Mas já vi, sim, restaurante oferecer uma taça de champanhe e depois vir na conta R$ 150. Acho erradas essas armadilhazinhas. Orientamos o empresário a ser honesto com o cliente.


No manual do bom cliente, é feio perguntar: "Vou ter que pagar por isso?"

Também não precisa perguntar assim, né? Pergunte: "É um presentinho? É cortesia da casa?".


Na cozinha, prefere criatividade ou qualidade?

Qualidade. Não crio nada, mas aprendo muito. Recebi um professor de história da culinária japonesa e mudei muita coisa naquela noite. Ele me disse que o peixe no Brasil cheira mais do que no Japão. E me ensinou que a alga tira esse excesso de odor. Hoje, o shoyu que preparo para o sushi é diferente: coloco shoyu, caldo de peixe que eu mesmo faço e algas marinhas. Bato tudo no liquidificador, depois peneiro.


A degustação no Jun custa R$ 250. É caro?

Não. Se eu te vender um (avião) Gulfstream G650 por R$ 1 milhão é de graça. Ou um grão de café por R$ 1 é caro. Se não houvesse fila de espera, diria que estou caro. E se o lucro fosse grande, eu não teria hamburguerias. Aliás, só consegui ter mais qualidade de vida da metade do ano passado para cá. Neste ano termino de mobiliar o apartamento. Juro por Deus, há três anos, eu morava em um de 42 m² com minha mulher e meus dois filhos. Financiei e hoje comprei um de 160 m². Há três anos morando lá, o colchão ainda está no chão. Não tenho mesa nem sofá.


É difícil achar profissionais no mercado?

Meu Deus do céu, cada vez pior. E não só em restaurante. Um colega da construção civil me contou que estava em uma obra e pegaram o pipoqueiro que estava ali com o carrinho e o chamaram para ser operador de betoneira.


Paulistano sabe comer bem?

Comparado a quem? A carioca (risos)? Eles têm praia, nem precisam disso com aquela vida maravilhosa. Mas paulistano come bem pela diversidade. Você pode ir a Goiânia e ter uma comida típica maravilhosa, mas talvez lá não tenha um bom restaurante japonês.


Por DÉBORA BERGAMASCO

terça-feira, 17 de maio de 2011

livro "Aspartame, sucre ou poison?"

Biographie de Sylvie Simon
Sylvie Simon est écrivain et journaliste.
Elle collabore à plusieurs journaux de santé et a publié de nombreux essais, dans lesquels elle analyse divers scandales engendrés parla corruption de certains milieux et d'experts qui se prétendent indépendants, mais qui sont à la solde des lobbies. À travers ses livres et conférences, en France et à l'étranger, elle souhaite réveiller la conscience endormie par le matraquage médiatique et nous invite à réfléchir, à être responsables de nos décisions en parfaite connaissance de cause, et à réviser entièrement toutes nos valeurs et notre système de pensée.

Aspartame Sucre ou Poison?

Saviez-vous que...
pratiquement toutes les études qui affirment l'innocuité de l'aspartame ont été financées par l'industrie, l'approbation de ce produit est due à des procédés dignes de la mafia, il peut être meurtrier pour les diabétiques, il existe des milliers de plaintes concernant l'aspartame qui font état de maladies multiples - dépressions, désordres neuro-dégénératifs, troubles intestinaux graves, problèmes de vue, rhumatismes, sclérose en plaques, lupus, Alzheimer, coma, cancer, tumeurs, prise de poids.
Pourtant ce produit se trouve, scandaleusement, à portée de main dans les rayons de nos supermarchés. Il représente un chiffre d'affaires colossal. Ce qui explique sans doute le reste... Lisez et vous saurez...

sábado, 14 de maio de 2011

Nova Diretoria na ABAGA Centro Oeste

O Chef Simon Lau do restaurante Aquavit de Brasília e a Chef Thais Marega foram confirmados pelo Presidente João Leme como diretor e vice diretora da ABAGA para o Centro Oeste.

Simon Lau
Nasceu em 31 de março de 1965 em Copenhague, Dinamarca
• 1983 Trabalhou como auxiliar de cozinha no restaurante gourmet Dronning Louises Kro , Copenhagen
• 1986 Viajou para o Brasil pela primeira vez ....Caracas a Rio de Janeiro de bicicleta
• 1987 Morou no Rio de Janeiro
• 1988 – 95 Estudou arquitetura na Academia das Belas Artes em Copenhague e trabalhou como cozinheiro em vários restaurantes renomados em Copenhagen
• 1996 Mudou-se para o Brasil
• 1998-2002 Trabalhou como adido cultural e vice-cônsul na Embaixada da Dinamarca.
• 2003 Estagio como chef no Restaurante Saison e Soelleroed Kro
(uma estrela Guia Michelin) em Copenhague.
• 2004 Chef e dono do Restaurante Aquavit com o sócio Luiz Otavio Caldeira Paiva.
Prêmios
Guia 4 Rodas:
Uma estrela 2007, 2008, 2009, 2010
Melhor restaurante de Brasilia 2009
Melhor restaurante de Brasilia 2010
Melhor restaurante de Brasilia 2011
Melhor restaurante do Centro-Oeste 2011
Chef do Ano 2011
Duas estrelas 2011
Veja Brasilia
Chef do ano 2009
Chef do ano 2010
Melhor restaurante contemporâneo 2010

Thais Alessandra Marega
• Graduação
Bacharel em Gastronomis, UNIVALI (setembro/2006)

• Pós-Graduação – Especialização
Pós-Graduação em Administração de Empresas, FVG Brasilia (julho/2010)
Idiomas
Espanhol: leitura básica, escrita básica, conversação básica.
Francês: leitura intermediária, escrita intermediária, conversação básica.
Inglês: leitura avançada, escrita avançada, conversação avançada.
Histórico profissional
• Tradition Boulangerie - de setembro/2009 a dezembro/2010
(Empresa de pequeno porte no segmento alimentos)
Sócia / Chef de cozinha

• Bottarga Ristorante - de novembro/2008 a agosto/2009
(Empresa de pequeno porte no segmento alimentos)
Sub-chef


• Lucca Restaurante - de outubro/2007 a fevereiro/2008
(Empresa de médio porte no segmento alimentos)
Chef de Produção

• Sorbê - agosto/2007
(Empresa de pequeno porte no segmento alimentos)
Realização de projeto com frutas do cerrado na confeitaria

sábado, 7 de maio de 2011

Uma pérola no Lago

O chef dinamarquês Simon Lau recebe no restaurante Aquavit apresentando um cardápio criativo e equilibrado e prova que chef estrangeiro que vive no Brasil pode manter sua identidade e contribuir com sua arte para valorizar os ingredientes do país que escolheu para viver.
A casa localizada numa área privilegiada, desenhada e decorada pelo chef da sinais de um cuidado e uma atenção particular com a estética, premissa que se refletirá num jantar cuidadosamente elaborado.
O cenário da capital à distância assegura que o clima enjoativo do Congresso não afeta a serenidade do espaço e permite ao frequentador esquecer momentaneamente os escândalos dos políticos.
A equipe da sala foi treinada para esclarecer ao cliente as mudanças eventuais nos ingredientes do cardápio assumidas e reveladas desde sua apresentação o que favorece, e muito, a credibilidade da casa.
Como primeiro prato do cardápio foi servida uma terrine de lagosta , com gelatina de mexilhões, sorvete de abacate com pimenta, sorbet de grapefruit e farofa de peta. Em seguida, uma sopa de tucupi com pescadinha assada e sagu, temperada com cebolinha e pimenta de cheiro, sob crosta de mandioca. Para fechar o menu escolhido, uma codorna desossada recheada, servida com espaguete de palmito, redução de codorna e óleo de salsinha.
No fim do jantar é oferecido com destemor um delicioso café de coador, acompanhado de mini madeleines, delicadas e ainda quentes.
O Aquavit é, sem dúvida, o melhor restaurante de Brasília, com uma gastronomia contemporânea brasileira, que permeia a origem do seu chef.

Maranhão 66... e nada mudou!!!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Brasil dos fatos e das versões

02 de maio de 2011 | 0h 00
Leia a notícia de

Sandra Cavalcanti - O Estado de S.Paulo
Tem sido assim desde o começo da nossa História. É incrível como nossa trajetória é contada! Quem se debruça sobre os fatos fica escandalizado com a diferença entre eles e as suas "consagradas versões".


Esse comportamento fraudulento faz com que, em nosso país, todo historiador seja levado a trabalhar como um arqueólogo, que tem de cavar, raspar poeiras, decifrar hieróglifos e tentar entender os obscuros textos dos pergaminhos. Sempre na busca da verdade dos fatos.

Para alegria nossa, o Brasil tem sido presenteado com obras estupendas, realizadas por excelentes pesquisadores. Eles têm conseguido divulgar um conhecimento cada vez mais correto dos fatos da nossa História. E essa tarefa saneadora de desmitificação das versões tem alcançado enorme sucesso de vendas para as editoras.

Está claro que obras desse padrão não constarão jamais da lista dos livros adotados pelos técnicos ideológicos do Ministério da Educação (MEC). Para eles, quanto mais os brasileiros forem enganados pelas versões oficiais, melhor para a turma que comanda o atraso de nossa formação cultural.

Mas não é apenas nos livros "oficiais" que a nossa História é deturpada. Fazem parte dessa lavagem cerebral os demais instrumentos de comunicação dependentes do governo. Rádios e TVs, oficiais ou agregados. Todos subvencionados generosamente, à custa dos nossos impostos. No nosso dia a dia somos bombardeados pelas versões que o Planalto divulga sem cessar. Informações erradas, dados falsificados, episódios distorcidos, explicações mentirosas, enfim, um povo tratado como se todos fossem idiotas e sem nenhum espírito crítico.

Veja-se agora o que está acontecendo com o famoso episódio do mensalão do PT. Já está quase esquecido! Foi, no entanto, o mais vergonhoso episódio ocorrido em nossa História recente. Um plano frio, cínico, típico de um grupo que só tinha um objetivo em suas supostas lutas pela ética e pela moralidade: chegar ao poder e se vingar. Vingar de quê? Os autores desse plano eram, e ainda são, indivíduos ressentidos, cheios de raiva contra as "elites" - letradas, bem alimentadas, patrões e chefes. Para eles, chegar ao poder era a suprema desforra.

Esse tem sido sempre o sentimento da esquerda sem estudos, valores e visão do mundo. Entre uma esquerda raivosa e uma direita sem escrúpulos, o entendimento sempre se dá muito bem.

A chegada de Lula ao poder mostrou que essa é a mentalidade deles. Para ganhar a eleição tinha de mudar o discurso? Era preciso mudar a rota? O PT não teve dúvidas: mudou.

Mudou, mas chegou ao Planalto com as mesmas disposições de antes. E mesmo usando as receitas do governo anterior, tratou de vender ao País a ideia de ter recebido uma "herança maldita". Sempre o mesmo processo de criar versões, apagar os fatos e vender uma "nova História" ao Brasil.

Quando foram apanhados roubando recursos públicos, espalharam que aquilo teria sido um simples "caixa 2". Não foi! A Justiça definiu-o como crime de formação de quadrilha. São 38 réus no processo. Nestes seis anos, a versão vai vencendo. A quadrilha do mensalão está de volta ao poder, inocentada pelos seus eleitores. A última cartada da versão já está na mesa: em agosto prescreve o crime. Se a denúncia criminal não for feita até lá, teremos uma nova derrota dos fatos.

A desenvoltura dos integrantes da quadrilha do mensalão e da quadrilha do dossiê contra José Serra já vem despertando muitas suspeitas. Os réus andam muito à vontade nos palácios. Muitas declarações, muitas aparições públicas, muitas articulações, enfim, muita recuperação de terreno. Tudo isso leva a crer que está em marcha uma grande manobra para tornar vitoriosa a versão criada pelo então presidente Lula: "O mensalão não existiu. Foi tudo armação da oposição"!

Colocar o mensaleiro João Paulo Cunha na presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados é mais do que um acinte, é uma ameaça para constranger o Supremo Tribunal Federal. A presença desenvolta de José Dirceu nos acontecimentos recentes e o seu evidente prestígio junto à ocupante da Presidência da República, tudo isso é uma sinalização mais do que evidente. Das tentativas feitas para apagar fatos e divulgar versões, essa de Lula é a mais ousada de quantas têm marcado o comportamento dos líderes petistas.

Há dias a Polícia Federal conseguiu terminar o seu relatório a esse respeito. Entregou o penoso e bem feito trabalho ao procurador-geral da República. Está, pois, nas mãos dele ajudar na luta entre os fatos e as versões.

Tenho medo. O mês de agosto não me traz boas recordações. A tentativa de assassinar Carlos Lacerda. A morte do major Rubens Vaz. O suicídio de Getúlio Vargas. Anos depois, também em agosto, a renúncia jamais explicada, e jamais entendida, de Jânio Quadros. Renúncia que abriu para Brizola e Jango a tentação de, por golpe e com o apoio de pequeno grupo militar, implantar aqui uma República sindicalista, com a ajuda de Cuba e da Rússia. Se não fosse o patriotismo da maior parte das nossas Forças Armadas, em 31 de março de 1964 o Brasil teria dado um dos passos mais tristes de sua História.

Mas a tradição de criar versões e negar os fatos não muda. A mídia tem passado os últimos tempos divulgando exatamente o contrário da realidade. Na maioria das reportagens, os fatos cederam às versões. Os golpistas Jango e Brizola são saudados como legalistas. Os legalistas, que seguiram Castelo Branco e impediram o golpe, são apontados como golpistas. As Forças Armadas nem podem mais comemorar o 31 de Março!

Que agosto não nos traga desgosto. Vamos ver o que acontece com os "heróis" do mensalão...


PROFESSORA, JORNALISTA, FOI DEPUTADA FEDERAL CONSTITUINTE, FUNDOU E PRESIDIU O BNH NO GOVERNO CASTELO BRANCO

E-MAIL: SANDRA_C@IG.COM.BR