Teorias, pesquisas e reflexões sobre a gastronomia brasileira, por Quentin Geenen de Saint Maur
domingo, 31 de agosto de 2014
Chef Benjamin Luzuy revisita o "Boutefas"uma especialidade de Lausanne
Para assistir o documentário clique aqui
terça-feira, 19 de agosto de 2014
"Le festin des Arts" exposição imperdivel na cidade de Dinard, interior da França
L'exposition « Le festin de l'art» présentée, pendant l'été 2014, à
Dinard, s'attache à explorer la pérennité des thèmes de la nature
morte et du repas dans la production artistique contemporaine. Cette
exposition met en évidence la contribution radicale de la modernité
contemporaine au traitement de ces sujets, notamment quand, avec Spoerri
ou Arman, c'est la réalité même d'un reste de repas qui devient
l'œuvre proposée à celui qui la regarde.
Acessa aqui
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sábado, 9 de agosto de 2014
Chef Benjamin Luzuy, nome de um Chef que vale lembrar
Benjamin Luzuy poursuit sa découverte du terroir
urbain. A Sion il revisite le Tsarfion, une vieille recette peu connue,
cuisiné dans un seul restaurant. Première étape pour lui, trouver la
recette du fameux plat pour mieux le préparer.
Les recettes: Tsarfion et tartare de fleur d'Hérens
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Livro de 'guru da comida' lidera lista dos mais vendidos da 12ª Flip
O público que compareceu à 12ª Festa
Literária Internacional de Paraty (Flip) está mais reflexivo sobre o que
come e a forma como esses alimentos são preparados. Pelo menos é essa a
impressão ao analisar os livros mais populares na Livraria da Travessa,
loja oficial do evento. O
balanço parcial divulgado no domingo (3) pela assessoria da festa aponta
que a lista dos mais vendidos é liderada por "Cozinhar - Uma história
natural da transformação" (Intrínseca), do americano Michael Pollan.
Matéria na integras:'Cozinhar', de Michael Pollan, esgotou na livraria oficial do evento.
domingo, 3 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
No Paladar de hoje - Vale refletir sobre o que vc está comendo.
Michael Pollan e a consciência por trás do garfo...
Ele é um ativista militante, com discurso afiado sobre como é necessário pensar um sistema alimentar alternativo ao que hoje se impõe no mundo todo, dominado por grandes empresas e indústrias do alimento processado. Trata-se de um discussão relevante, sem dúvida. Mas que à primeira vista poderia soar árida, irritante, tipo papo de ecochato. Não é o caso: a prosa de Michael Pollan flui fácil e as implicações políticas e sistêmicas do ato de comer, que são o pano de fundo de sua argumentação, surgem com naturalidade no último livro do jornalista e professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia. Cozinhar: Uma História Natural da Transformação
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Sandwiches wait to be delivered to patrons at Zingerman’s Delicatessen in Ann Arbor, Mich
The New York Times
Sandwiches wait to be delivered to patrons at Zingerman’s Delicatessen in Ann Arbor, Mich. Founded in 1982, the deli is known not only for its variety of sandwiches, but also for...
Matéria na integra
Sandwiches wait to be delivered to patrons at Zingerman’s Delicatessen in Ann Arbor, Mich. Founded in 1982, the deli is known not only for its variety of sandwiches, but also for...
Matéria na integra
sexta-feira, 25 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Acho que Jamie ainda não experimentou o Quindim do Pão de Queijo na rua Hadock Lobo
Jamie Oliver diz que brigadeiros são "horríveis" e causa polêmica
Do UOL, em São Paulo
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- Ben Stansall/AFP
O chef britânico Jamie Oliver: declaração sobre doces brasileiros causou polêmica
A declaração do chef foi ao ar no programa "Saia Justa" (exibido no canal a cabo GNT) na última quarta-feira (16). Na ocasião, a apresentadora Bárbara Gancia ofereceu caldo de cana, açaí, quindim, brigadeiro e beijinho para que Oliver experimentasse.
Ele até gostou do caldo de cana e do açaí, mas detonou os outros doces, chamando-os de "horríveis" e "um monte de m..." por conta do excesso de açúcar nas receitas (a legenda do programa atenuou o palavrão, traduzindo-o por "porcaria").
"Quando você usa muito açúcar, você acaba mascarando o sabor das frutas na sobremesa", argumentou o chef, que irá abrir uma filial de seu restaurante Jamie's Italian em São Paulo no final do ano.
Orgulho nacional
A declaração foi o suficiente para causar uma grande polêmica. Na conta de Instagram do chef, internautas passaram a defender os doces. Declarações como "o Brasil te odeia depois que você falou mal dos brigadeiros" e "não chame nossos doces de 'porcaria'" pipocaram em diversas postagens.
"Esse caipira inglês precisa ter mais educação", comentou uma internauta no site do GNT, que transmite os programas do chef no Brasil. "Não se pode chegar assim na casa dos outros, é uma indelicadeza para quem o está recebendo".
Para a chef carioca Fabiana D'Angelo, especializada em brigadeiros, a declaração de Oliver foi "lamentável", mas doeu especialmente porque "são os nossos doces nacionais. Isso feriu o coração".
O argumento de que Jamie Oliver teria um paladar diferente por ser inglês não convence muito Fabiana, cujos doces foram servidos para chefes de Estado durante a final da Copa do Mundo em um evento do Governo do Rio de Janeiro. "Morei na Inglaterra e fiz muito brigadeiro por lá - e os ingleses adoraram. Acredito que ele tenha que provar de novo, só que com um produto mais refinado. Provavelmente deram para ele um brigadeiro ruim", diz.
Já a chef Nina de Paula, da doceria Made by Nina, fez um manifesto a favor do docinho que repercutiu na internet. "Achei que o comentário foi ofensivo. Ele tem o direito de não gostar, mas acredito que não poderia ter se expressado dessa forma", explica a chef, que se especializou em versões 'gourmet' de brigadeiros. "Ele foi falar mal de uma coisa que muita gente aprecia".
Ela, no entanto, não faria adaptações à receita tradicional para agradar o paladar do chef britânico em um eventual encontro. "Já fiz brigadeiro de chá verde, por exemplo, mas se ele fosse provar novamente, teria que ser a receita já conhecida. E acredito que não vai ser a opinião dele que mudará o nosso gosto".
sexta-feira, 11 de julho de 2014
No Paladar - Tempero de brasileira ganha Paris
09.07.2014 | 20:19 Pelo mundo
Por Ana Carolina Dani
Especial para o Estado, de Paris
Quando chegou a Paris, aos 21 anos, Alessandra Montagne nem sonhava que um dia seria capa da revista publicada pelo Gault et Millau, um dos mais famosos guias gastronômicos da França. Na mais recente edição da revista, Alessandra está lá, sorrindo e segurando a placa que anuncia o menu de seu restaurante sob o título “70 casas com preço camarada”. Seu restaurante, o Tempero, foi consagrado como um dos melhores endereços de Paris para se comer bem e gastar pouco.






“Pequena, eu já gostava de cozinhar. Subia no tamborete para ajudar minha avó a assar o frango no fogão a lenha, a torrar o arroz. Tudo era feito em casa e sempre consumíamos o que colhíamos. Nunca comi fruta fora de época”, diz.
Hoje, a cozinha da brasileira é um pot-pourri que alia a herança mineira à técnica francesa com toques asiáticos, influência de Olivier, descendente de vietnamitas. Os ingredientes são simples e frescos, com prioridade para os produtores locais.
É fácil entender por que o restaurante, distante do circuito turístico da capital francesa, vive cheio. Em uma cidade como Paris, onde comer bem e barato é cada vez mais difícil, a brasileira conseguiu impor uma fórmula competitiva, aliando amor pela cozinha, simpatia, qualidade e preço baixo.

O sucesso é tanto que o casal acabou de abrir outro restaurante no mesmo bairro. Chama-se Bistrot Tempero e a proposta é a mesma do outro, com a diferença de que o casal, agora, não trabalha mais junto na cozinha. Olivier é o chef do Bistrot Tempero e Alessandra, do Tempero.

Enquanto isso, Alessandra foi estudar no Lycée des Métiers de L’Hôtellerie Jean Drouant, em Paris. Fez curso técnico de cozinha e pâtisserie, com duração de dois anos. Nesse período, fez dois estágios. Passou um ano na cozinha do Ze Kitchen Galerie, do chef William Ledeuil, e outro ano no laboratório de pâtisserie da Grande Épicerie de Paris, um dos principais empórios da capital francesa, que fica na loja de departamentos Bon Marché. “Eles têm um laboratório incrível, de 450 metros quadrados. Todas as preparações são feitas no local mesmo. Foi uma experiência muito importante”, diz Alessandra.
Hoje, além de manter as duas casas, Alessandra também dá cursos de culinária e pâtisserie, inclusive para turistas brasileiros em Paris. Os dois restaurantes do casal funcionam de segunda a sexta-feira das 12 horas às 14h30, e às quintas e sextas abrem também para jantar, até as 22 horas.

Na capa. A mais recente edição da revista do guia Gault et Millau destaca 70 casas com preços camaradas na capital francesa. Na capa, Alessandra segura a placa que anuncia o almoço com entrada, prato e sobremesa a 20 euros.
SERVIÇO – Tempero
5, rue Clisson – Paris
www.tempero.fr
Tel.:
+ 33 (0) 954 17 4888
Por Ana Carolina Dani
Especial para o Estado, de Paris
Quando chegou a Paris, aos 21 anos, Alessandra Montagne nem sonhava que um dia seria capa da revista publicada pelo Gault et Millau, um dos mais famosos guias gastronômicos da França. Na mais recente edição da revista, Alessandra está lá, sorrindo e segurando a placa que anuncia o menu de seu restaurante sob o título “70 casas com preço camarada”. Seu restaurante, o Tempero, foi consagrado como um dos melhores endereços de Paris para se comer bem e gastar pouco.
A mineira Alessandra Montagne conheceu
Oliver na casa de amigos. Ela estava pronta para voltar para o Brasil e
ele editava documentários. Casaram e decidiram abrir o restaurante em
2013. FOTOS: Divulgação
Inaugurado há um ano por Alessandra e seu marido, Olivier Montagne,
Tempero é um discreto e charmoso restaurante no bairro chinês de Paris.
De brasileiro, ele só tem o nome e o toque sutil de uma chef que cresceu
modestamente em Poté, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Da
infância, Alessandra conservou o respeito pelos produtos locais e
ingredientes de época e a aversão pelo desperdício.“Pequena, eu já gostava de cozinhar. Subia no tamborete para ajudar minha avó a assar o frango no fogão a lenha, a torrar o arroz. Tudo era feito em casa e sempre consumíamos o que colhíamos. Nunca comi fruta fora de época”, diz.
Hoje, a cozinha da brasileira é um pot-pourri que alia a herança mineira à técnica francesa com toques asiáticos, influência de Olivier, descendente de vietnamitas. Os ingredientes são simples e frescos, com prioridade para os produtores locais.
É fácil entender por que o restaurante, distante do circuito turístico da capital francesa, vive cheio. Em uma cidade como Paris, onde comer bem e barato é cada vez mais difícil, a brasileira conseguiu impor uma fórmula competitiva, aliando amor pela cozinha, simpatia, qualidade e preço baixo.
Discreto e charmoso, o Tempero fica no bairro chinês, fora do circuito turístico
Durante a semana, para almoço, o cliente pode optar pelo menu a 15
euros (R$ 45), com entrada e prato, ou 20 euros (R$ 60), com entrada,
prato e sobremesa. O serviço à la carte é somente para o jantar, às
quintas e sextas. Na entrada, há opções como gyoza de champignons
grelhados e purê de espinafre; ou ovo poché com creme de aspargos e
parmesão. Entre os pratos, o destaque é o porco confit, servido com
legumes e polenta, uma sútil referência à infância da brasileira vivida
na roça.O sucesso é tanto que o casal acabou de abrir outro restaurante no mesmo bairro. Chama-se Bistrot Tempero e a proposta é a mesma do outro, com a diferença de que o casal, agora, não trabalha mais junto na cozinha. Olivier é o chef do Bistrot Tempero e Alessandra, do Tempero.
Pannacota com compota de manga, maracujá e zest de limão
Ter um restaurante de destaque em Paris não estava nem perto dos
planos da brasileira quando chegou a Paris em 2000 para fazer um curso
de francês na Sorbonne. “Eu era professora primária e queria aprender
outro idioma para tentar um trabalho melhor no Brasil”, explica. Mas,
quando estava praticamente com as malas prontas para voltar para casa,
conheceu o marido em um jantar na casa de amigos. O amor pela cozinha os
uniu. Olivier Montagne era formado em cinema pelo Conservatoire du
Cinéma Français e trabalhava como editor de documentários. O projeto de
abrir um restaurante veio em 2007. Olivier foi abandonando aos poucos a
carreira no cinema, trabalhando como editor freelancer e chef a
domicílio.Enquanto isso, Alessandra foi estudar no Lycée des Métiers de L’Hôtellerie Jean Drouant, em Paris. Fez curso técnico de cozinha e pâtisserie, com duração de dois anos. Nesse período, fez dois estágios. Passou um ano na cozinha do Ze Kitchen Galerie, do chef William Ledeuil, e outro ano no laboratório de pâtisserie da Grande Épicerie de Paris, um dos principais empórios da capital francesa, que fica na loja de departamentos Bon Marché. “Eles têm um laboratório incrível, de 450 metros quadrados. Todas as preparações são feitas no local mesmo. Foi uma experiência muito importante”, diz Alessandra.
Hoje, além de manter as duas casas, Alessandra também dá cursos de culinária e pâtisserie, inclusive para turistas brasileiros em Paris. Os dois restaurantes do casal funcionam de segunda a sexta-feira das 12 horas às 14h30, e às quintas e sextas abrem também para jantar, até as 22 horas.
Na capa. A mais recente edição da revista do guia Gault et Millau destaca 70 casas com preços camaradas na capital francesa. Na capa, Alessandra segura a placa que anuncia o almoço com entrada, prato e sobremesa a 20 euros.
SERVIÇO – Tempero
5, rue Clisson – Paris
www.tempero.fr
Tel.:
quarta-feira, 9 de julho de 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
o C5 convida para um workshop Richard Ildevert, conceituado professor francês e consultor em confeitaria
Olá,
Tem crescido o interesse sobre pães no mundo atual. A
própria panificação doméstica vive um momento de alta. Por isso, o C5 convida
para um workshop Richard Ildevert, conceituado professor francês e consultor em
confeitaria. Essa é uma oportunidade para aprofundar conhecimentos sobre esse
produto, penetrando no mundo das farinha e fermentos. O programa básico será:
1. Análise dos tipos de farinha de trigo e suas especificidades – como elas se comportam na panificação, para que servem e quais fatores determinam a sua qualidade;
2. Os fermentos e sua ação na massa – fermento industrial prensado e seco e fermentação natural. Suas diferenças e efeitos na massa.
Na ocasião, Richard executará pães selecionados, além de realizar uma demonstração de como se elabora sorbet manualmente (sem auxilio de máquinas).
Richard Ildevert iniciou sua formação na Lenôtre aos quinze anos, onde depois se tornou parte da equipe. Formou-se confeiteiro, trabalhou como Chef Pâtissier na Suíça, e após retornar à França, atua como professor e consultor.
Data e horário: 12 de julho, sábado, as 14:00h
Vagas e inscrições: O curso será ministrado para uma turma de até 25 alunos, no Engenho Mocotó (Av. Nossa Senhora do Loreto, nº 1.100 - Vila Medeiros), e a pré-inscrição deverá ser feita, desde já, pelo e-mail:
centroculturaculinariac5@gmail.com
O valor da inscrição é R$ 240,00 e o pagamento deverá ser feito no dia do evento.
1. Análise dos tipos de farinha de trigo e suas especificidades – como elas se comportam na panificação, para que servem e quais fatores determinam a sua qualidade;
2. Os fermentos e sua ação na massa – fermento industrial prensado e seco e fermentação natural. Suas diferenças e efeitos na massa.
Na ocasião, Richard executará pães selecionados, além de realizar uma demonstração de como se elabora sorbet manualmente (sem auxilio de máquinas).
Richard Ildevert iniciou sua formação na Lenôtre aos quinze anos, onde depois se tornou parte da equipe. Formou-se confeiteiro, trabalhou como Chef Pâtissier na Suíça, e após retornar à França, atua como professor e consultor.
Data e horário: 12 de julho, sábado, as 14:00h
Vagas e inscrições: O curso será ministrado para uma turma de até 25 alunos, no Engenho Mocotó (Av. Nossa Senhora do Loreto, nº 1.100 - Vila Medeiros), e a pré-inscrição deverá ser feita, desde já, pelo e-mail:
centroculturaculinariac5@gmail.com
O valor da inscrição é R$ 240,00 e o pagamento deverá ser feito no dia do evento.
Esperamos por vocês!
domingo, 29 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
No "Paladar" desta quinta feira - Orgânicos em alta
Por Rafael Tonon
Especial para o Estado
Comprar orgânicos era, até pouco tempo atrás, empreendimento que exigia acordar cedo para ir à feira de adeptos da prática de não usar pesticidas e outros reguladores sintéticos da produção. O cenário mudou. Hoje não é preciso sair da rota convencional: os orgânicos estão até nas redes de supermercado.





Reflexo da profissionalização da cadeia produtiva e do amadurecimento do consumidor, a oferta cresce de maneira consistente. Segundo o Sebrae, a produção aumentou 20% por ano desde 2010. O mercado deve crescer 35% neste ano, conforme as projeções do Organics Brasil.

“O consumo de orgânicos carrega uma reconexão com o ingrediente”, diz a professora Maria Ângela Fagnani, da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp. O consumidor quer conhecer onde, em que época e por quem cada alimento é cultivado, num comportamento que, com tempero ativista, já tem nome: progressismo culinário.
Esse cenário fez surgir coletivos que buscam produtores locais dispostos a vender direto ao consumidor, sem mediadores, estreitando os laços entre o campo e a cozinha de casa.
São dois tipos principais: os grupos de consumo responsável (GCR), que firmam acordos com produtores para comprar coletivamente; e os grupos de agricultura sustentada pela comunidade (CSA na sigla em inglês), em que membros e produtores são sócios, dividem custos e produção.
1. SUPERMERCADOS
Você vai ao supermercado de sempre e em vez pegar tomate convencional, pega o orgânico. É a compra que exige menos envolvimento com a cadeia do orgânico. O conforto tem preço: paga-se mais. “Nos supermercados, os orgânicos são em média 200% mais caros que os não orgânicos”, diz Edimar Paulo Santos, que, na pesquisa de mestrado na Feagri-Unicamp, pesquisou a oferta de orgânicos em dez supermercados da região de Campinas, Jundiaí e Cabreúva. “Isso acaba fortalecendo a impressão de que custam absurdamente mais em qualquer lugar”, diz. Santos acrescenta que, nos supermercados pesquisados, os orgânicos estão perto de queijos e vinhos caros.
Na rede Pão de Açúcar, que tem seção de orgânicos em todas as lojas, o grupo projeta alta de 40% nas vendas desses produtos neste ano em comparação com o ano passado. A abertura de mercados especializados, como o SuperNatural, inaugurado no final de 2013 nos Jardins, reforça a tendência. “Na Alemanha o consumo de orgânicos é de 20% do varejo, aqui no Brasil é 0,1%. É uma realidade nova e um terreno fértil”, diz Ana Barini, uma das sócias da loja e do Apanã, em Perdizes.
Vantagem: comodidade.
Desvantagens: preço. Eles podem ser 600% mais altos que os dos equivalentes convencionais (o tomate, por exemplo).
Onde: SuperNatural, Rua Augusta, n° 2.992, Jardins. Tel: 3181-7808
2. FEIRAS
Em Curitiba há feiras diárias. No Rio, são 18 feiras. Em São Paulo, só oito. Para piorar, a feira do Modelódromo do Ibirapuera tem permanência garantida no parque só até agosto. “Estamos negociando para continuar lá e aumentar a presença em mais bairros”, diz Márcio Stanziani, secretário executivo da Associação de Agricultura Orgânica (AAO).
Fernando Oliveira, d’A Queijaria, promove, há três meses, uma feira com 40 produtores, às quintas, na Rua Girassol, na Vila Madalena. “São mais de 250 produtos à venda, entre hortifrúti, queijos, pescado e até méis”, afirma Oliveira, que também vende orgânicos pelo site Alimento Sustentável. Ele diz que a ideia é levar a feira a outras regiões da cidade. “As feiras são uma forma de ter contato com o produtor.”
Vantagem: preço e oferta. Nas feiras, é possível encontrar produtos que vão muito além de vegetais (de grãos a leite, de queijos a geleias), comparar preços e pechinchar.
Desvantagens: localização. Em algumas cidades, como São Paulo, elas são restritas a alguns bairros ou regiões, o que torna o acesso mais difícil.
Onde
Feira da Água Branca, Ter. sáb. e dom. Av. Francisco Matarazzo, 455
Feira do Modelódromo, sáb., Rua Curitiba, 292
Feira d’A Queijaria, quinta (exceto feriados). Rua Girassol, nº 591
Mapa no site do Idec: www.idec.org.br/feirasorganicas
3. CESTAS

Há também modelos mais abertos, como o da Sol e Terra Orgânicos, que atende 50 famílias. Semanalmente, chega aos clientes a relação de produtos. Eles escolhem o que querem. “Por se tratar de orgânicos, atualizamos toda semana porque os produtos estão sujeitos aos fatores de clima”, diz Laudina Pupin, proprietária da empresa. O pedido mínimo é de R$ 60 (mais taxa de entrega de R$ 10).
Vantagem: receber os produtos sem sair de casa. Na maioria das vezes, eles já vêm pré-lavados, prontos para o uso.
Desvantagens: o preço. Além dos próprios produtos serem mais caros, há a taxa de entrega.
Preço: De R$ 35 a R$ 60
Onde
www.levebemdelivery.com.br
www.familiaorganica.com.br
www.santaadelaide.org
4. GRUPOS DE CONSUMO RESPONSÁVEL
São formados por pessoas que se reúnem para negociar diretamente com pequenos produtores. Em linhas gerais, em vez de comprar uma cesta organizada por alguém, você e seus associados organizam a sua própria cesta. As compras são coletivas. Para o produtor é ótimo: ele sabe que vai vender aquele volume todo mês. Para o comprador, é garantia de saber exatamente a procedência do alimento.
Normalmente, paga-se uma taxa de adesão. Depois, por e-mail, o associado recebe a lista dos produtos disponíveis na semana e escolhe quanto quer de cada um dos itens.
Na semana seguinte, os produtores levam os alimentos escolhidos para um lugar combinado com o grupo e separam ali os pedidos. O associado precisa ir até este local retirar a compra. “É uma forma de tornar a compra algo não passivo e uma oportunidade de o associado conhecer o produtor”, diz Juliana Rodrigues Gonçalves, assessora de projetos do Instituto Kairós, que mapeia grupos.
Segundo levantamento da instituição feito em agosto de 2013, há cerca de 20 grupos pelo Brasil. Dois deles atuam em São Paulo: o ComerAtivaMente e o MICC – Associação de Integração Campo Cidade.
Vantagens: saber exatamente a origem do alimento. A compra sem intermediários é garantia de produtos frescos e mais baratos.
Desvantagem: exige envolvimento do consumidor.
Onde: é possível entrar em um grupo já existente ou criar um. No site do Kairós institutokairos.net) há mapa e uma cartilha com instruções.

O produtor oferece ações de sua fazenda e o consumidor vira sócio investidor com direito a uma parte do que é produzido ali – quase sempre materializado na forma de uma cesta semanal. O grupo de consumidores divide os custos do produtor, que usa a propriedade para cultivar exclusivamente para esses consumidores.
Surgido no Japão na década de 1960, o sistema ganhou força nos últimos dez anos. Nos EUA, existem centenas de grupos. Na França, começaram em 2001 e hoje há mais de 2 mil no país, com entregas regulares de 80 mil caixas de alimentos para cerca de 320 mil consumidores. “No Brasil, estamos trabalhando para que esse movimento se fortaleça.
Em menos de cinco anos, já temos 600 famílias que fazem parte da cadeia”, afirma Hermann Pollmann, um dos fundadores da CSA Brasil, entidade que coordena os grupos no País.
Quando ele chegou ao Brasil em 2010, vindo da Alemanha, trouxe a ideia de criar por aqui esses grupos e fundou o primeiro em Botucatu. Hoje, há oito grupos no País, em cidades como São Paulo (três núcleos), Ourinhos, Bauru, Campinas e Itajubá (MG). O de Botucatu é o maior e conta com 12 hectares para produção para 300 famílias. “A demanda por esse tipo de relação com a produção do alimento tem sido maior do que podemos atender”, diz Pollman, que conseguiu uma verba do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em janeiro para instituir a CSA Brasil e promover o conceito por meio de cursos, palestras e um site da entidade.
“Queremos difundir ainda mais o conceito e mostrar que nossa relação com a comida vai além da prateleira – envolve as pessoas que a produzem e a terra.”
Vantagens: ter total controle da procedência e frescor do alimento. Como os produtores fazem parte do grupo, as relações são mais pessoais.
Desvantagem: exige total envolvimento do consumidor.
Preço: R$ 70 a cota mensal (R$ 58 vão para os produtores e R$ 12 para administração do grupo), que inclui 1 litro de leite, 1 queijo, 200g de manteiga, verduras, legumes e hortaliças. É possível comprar mais de uma cota.
Onde: CSA Brasil tem a lista de grupos existentes (há três núcleos em São Paulo) e informações sobre como fundar um grupo no csabrasil.org.
QUANTO CUSTA
Escolheu qual é o seu perfil de consumidor orgânico? Veja quanto você vai pagar pelo quilo da batata
Supermercado: R$ 10,65
Cesta: R$ 8
Feira d’A Queijaria: R$ 7
Feira da Água Branca: R$ 6
GCR: R$ 5,35
CSA: R$ 5,10*
Batata convencional no supermercado: R$ 4
*O preço é estimado, pois no início do ano o produtor apresenta para seus “sócios” os custos totais de produção, que são divididos entre todos e projetados no valor pago mensalmente nas cestas. Os preços não estão sujeitos a variações de mercado, já que o produtor não vende no comércio.
Especial para o Estado
Comprar orgânicos era, até pouco tempo atrás, empreendimento que exigia acordar cedo para ir à feira de adeptos da prática de não usar pesticidas e outros reguladores sintéticos da produção. O cenário mudou. Hoje não é preciso sair da rota convencional: os orgânicos estão até nas redes de supermercado.
Reflexo da profissionalização da cadeia produtiva e do amadurecimento do consumidor, a oferta cresce de maneira consistente. Segundo o Sebrae, a produção aumentou 20% por ano desde 2010. O mercado deve crescer 35% neste ano, conforme as projeções do Organics Brasil.
FOTO: Fernando Sciarra/Estadão
E o cenário atual já oferece a possibilidade de você escolher o
quanto orgânico você quer ser, como consumidor. Você pode ser mais ou
menos comprometido com a causa, mais ou menos orgânico. Do extremo mais
cômodo – no supermercado, entre um produto de limpeza e um cereal
matinal, comprar tomates livres de agrotóxico – à ponta mais enraizada,
que trava contato direto com o agricultor, há uma escala de envolvimento
que esquadrinhamos nesta reportagem – com prós, contras e como fazer.“O consumo de orgânicos carrega uma reconexão com o ingrediente”, diz a professora Maria Ângela Fagnani, da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp. O consumidor quer conhecer onde, em que época e por quem cada alimento é cultivado, num comportamento que, com tempero ativista, já tem nome: progressismo culinário.
Esse cenário fez surgir coletivos que buscam produtores locais dispostos a vender direto ao consumidor, sem mediadores, estreitando os laços entre o campo e a cozinha de casa.
São dois tipos principais: os grupos de consumo responsável (GCR), que firmam acordos com produtores para comprar coletivamente; e os grupos de agricultura sustentada pela comunidade (CSA na sigla em inglês), em que membros e produtores são sócios, dividem custos e produção.
1. SUPERMERCADOS
Você vai ao supermercado de sempre e em vez pegar tomate convencional, pega o orgânico. É a compra que exige menos envolvimento com a cadeia do orgânico. O conforto tem preço: paga-se mais. “Nos supermercados, os orgânicos são em média 200% mais caros que os não orgânicos”, diz Edimar Paulo Santos, que, na pesquisa de mestrado na Feagri-Unicamp, pesquisou a oferta de orgânicos em dez supermercados da região de Campinas, Jundiaí e Cabreúva. “Isso acaba fortalecendo a impressão de que custam absurdamente mais em qualquer lugar”, diz. Santos acrescenta que, nos supermercados pesquisados, os orgânicos estão perto de queijos e vinhos caros.
Na rede Pão de Açúcar, que tem seção de orgânicos em todas as lojas, o grupo projeta alta de 40% nas vendas desses produtos neste ano em comparação com o ano passado. A abertura de mercados especializados, como o SuperNatural, inaugurado no final de 2013 nos Jardins, reforça a tendência. “Na Alemanha o consumo de orgânicos é de 20% do varejo, aqui no Brasil é 0,1%. É uma realidade nova e um terreno fértil”, diz Ana Barini, uma das sócias da loja e do Apanã, em Perdizes.
Vantagem: comodidade.
Desvantagens: preço. Eles podem ser 600% mais altos que os dos equivalentes convencionais (o tomate, por exemplo).
Onde: SuperNatural, Rua Augusta, n° 2.992, Jardins. Tel: 3181-7808
2. FEIRAS
Feira de orgânicos no Ibirapuera. FOTO: Divulgação
Ir à feira de orgânicos é dar um passo. É preciso se programar, saber
aonde e quando ir. Por outro lado, as vantagens são muitas: oferta
maior, preço menor, contato com o produtor.Em Curitiba há feiras diárias. No Rio, são 18 feiras. Em São Paulo, só oito. Para piorar, a feira do Modelódromo do Ibirapuera tem permanência garantida no parque só até agosto. “Estamos negociando para continuar lá e aumentar a presença em mais bairros”, diz Márcio Stanziani, secretário executivo da Associação de Agricultura Orgânica (AAO).
Fernando Oliveira, d’A Queijaria, promove, há três meses, uma feira com 40 produtores, às quintas, na Rua Girassol, na Vila Madalena. “São mais de 250 produtos à venda, entre hortifrúti, queijos, pescado e até méis”, afirma Oliveira, que também vende orgânicos pelo site Alimento Sustentável. Ele diz que a ideia é levar a feira a outras regiões da cidade. “As feiras são uma forma de ter contato com o produtor.”
Vantagem: preço e oferta. Nas feiras, é possível encontrar produtos que vão muito além de vegetais (de grãos a leite, de queijos a geleias), comparar preços e pechinchar.
Desvantagens: localização. Em algumas cidades, como São Paulo, elas são restritas a alguns bairros ou regiões, o que torna o acesso mais difícil.
Onde
Feira da Água Branca, Ter. sáb. e dom. Av. Francisco Matarazzo, 455
Feira do Modelódromo, sáb., Rua Curitiba, 292
Feira d’A Queijaria, quinta (exceto feriados). Rua Girassol, nº 591
Mapa no site do Idec: www.idec.org.br/feirasorganicas
3. CESTAS
FOTO: Fernando Sciarra/Estadão
Ao assinar uma cesta de orgânicos você está dizendo ao produtor que
ele pode produzir aquele alimento. É um compromisso que ajuda a
organizar a vida de quem está na ponta de lá dessa relação de consumo.
Para a ponta de cá, a vantagem é a facilidade: na periodicidade que você
optar, a cesta chega em casa, com o que tem de bom na semana. Ao
escolher a cesta, o consumidor opta por um tamanho (por exemplo, a média
pode ter dois maços de folhas, meio quilo de uma fruta, meio quilo de
um legume, um maço de tempero e um pote de conserva, que pode ser
geleia, molho, picles, etc) e uma periodicidade (toda semana, a cada 15
dias).Há também modelos mais abertos, como o da Sol e Terra Orgânicos, que atende 50 famílias. Semanalmente, chega aos clientes a relação de produtos. Eles escolhem o que querem. “Por se tratar de orgânicos, atualizamos toda semana porque os produtos estão sujeitos aos fatores de clima”, diz Laudina Pupin, proprietária da empresa. O pedido mínimo é de R$ 60 (mais taxa de entrega de R$ 10).
Vantagem: receber os produtos sem sair de casa. Na maioria das vezes, eles já vêm pré-lavados, prontos para o uso.
Desvantagens: o preço. Além dos próprios produtos serem mais caros, há a taxa de entrega.
Preço: De R$ 35 a R$ 60
Onde
www.levebemdelivery.com.br
www.familiaorganica.com.br
www.santaadelaide.org
4. GRUPOS DE CONSUMO RESPONSÁVEL
São formados por pessoas que se reúnem para negociar diretamente com pequenos produtores. Em linhas gerais, em vez de comprar uma cesta organizada por alguém, você e seus associados organizam a sua própria cesta. As compras são coletivas. Para o produtor é ótimo: ele sabe que vai vender aquele volume todo mês. Para o comprador, é garantia de saber exatamente a procedência do alimento.
Normalmente, paga-se uma taxa de adesão. Depois, por e-mail, o associado recebe a lista dos produtos disponíveis na semana e escolhe quanto quer de cada um dos itens.
Na semana seguinte, os produtores levam os alimentos escolhidos para um lugar combinado com o grupo e separam ali os pedidos. O associado precisa ir até este local retirar a compra. “É uma forma de tornar a compra algo não passivo e uma oportunidade de o associado conhecer o produtor”, diz Juliana Rodrigues Gonçalves, assessora de projetos do Instituto Kairós, que mapeia grupos.
Segundo levantamento da instituição feito em agosto de 2013, há cerca de 20 grupos pelo Brasil. Dois deles atuam em São Paulo: o ComerAtivaMente e o MICC – Associação de Integração Campo Cidade.
Vantagens: saber exatamente a origem do alimento. A compra sem intermediários é garantia de produtos frescos e mais baratos.
Desvantagem: exige envolvimento do consumidor.
Onde: é possível entrar em um grupo já existente ou criar um. No site do Kairós institutokairos.net) há mapa e uma cartilha com instruções.
FOTO: Fernando Sciarra/Estadão
5. AGRICULTURA SUSTENTADA PELA COMUNIDADEO produtor oferece ações de sua fazenda e o consumidor vira sócio investidor com direito a uma parte do que é produzido ali – quase sempre materializado na forma de uma cesta semanal. O grupo de consumidores divide os custos do produtor, que usa a propriedade para cultivar exclusivamente para esses consumidores.
Surgido no Japão na década de 1960, o sistema ganhou força nos últimos dez anos. Nos EUA, existem centenas de grupos. Na França, começaram em 2001 e hoje há mais de 2 mil no país, com entregas regulares de 80 mil caixas de alimentos para cerca de 320 mil consumidores. “No Brasil, estamos trabalhando para que esse movimento se fortaleça.
Em menos de cinco anos, já temos 600 famílias que fazem parte da cadeia”, afirma Hermann Pollmann, um dos fundadores da CSA Brasil, entidade que coordena os grupos no País.
Quando ele chegou ao Brasil em 2010, vindo da Alemanha, trouxe a ideia de criar por aqui esses grupos e fundou o primeiro em Botucatu. Hoje, há oito grupos no País, em cidades como São Paulo (três núcleos), Ourinhos, Bauru, Campinas e Itajubá (MG). O de Botucatu é o maior e conta com 12 hectares para produção para 300 famílias. “A demanda por esse tipo de relação com a produção do alimento tem sido maior do que podemos atender”, diz Pollman, que conseguiu uma verba do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em janeiro para instituir a CSA Brasil e promover o conceito por meio de cursos, palestras e um site da entidade.
“Queremos difundir ainda mais o conceito e mostrar que nossa relação com a comida vai além da prateleira – envolve as pessoas que a produzem e a terra.”
Vantagens: ter total controle da procedência e frescor do alimento. Como os produtores fazem parte do grupo, as relações são mais pessoais.
Desvantagem: exige total envolvimento do consumidor.
Preço: R$ 70 a cota mensal (R$ 58 vão para os produtores e R$ 12 para administração do grupo), que inclui 1 litro de leite, 1 queijo, 200g de manteiga, verduras, legumes e hortaliças. É possível comprar mais de uma cota.
Onde: CSA Brasil tem a lista de grupos existentes (há três núcleos em São Paulo) e informações sobre como fundar um grupo no csabrasil.org.
QUANTO CUSTA
Escolheu qual é o seu perfil de consumidor orgânico? Veja quanto você vai pagar pelo quilo da batata
Supermercado: R$ 10,65
Cesta: R$ 8
Feira d’A Queijaria: R$ 7
Feira da Água Branca: R$ 6
GCR: R$ 5,35
CSA: R$ 5,10*
Batata convencional no supermercado: R$ 4
*O preço é estimado, pois no início do ano o produtor apresenta para seus “sócios” os custos totais de produção, que são divididos entre todos e projetados no valor pago mensalmente nas cestas. Os preços não estão sujeitos a variações de mercado, já que o produtor não vende no comércio.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
"Alimentário"
No Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a exposição "Alimentário"aberta até o 10/08/2014
Para ler a matéria na integra: Comida da Folha de São Paulo
Para ler a matéria na integra: Comida da Folha de São Paulo
sábado, 14 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Foodpass: Vivência Artística - Colheita e preparo de um piquenique brasileiro em Julho
A chef Ana Luíza Trajano propõe uma imersão na troca com a natureza e convida a para um piquenique bem brasileiro!
Serão dois dias de preparo e troca de experiências ao lado da mestre.
Herança das avós cearense e mineira, a ligação da chef Ana Luzia Trajano com a cozinha e os ingredientes brasileiros vem desde a infância, no interior paulista.
Certa que seu destino estava entre os fogões e as panelas, mesmo já formada em administração de empresas pela FAAP, a chef partiu para a Itália. Ao voltar ao Brasil, em 2003, iniciou seu trabalho de pesquisa, uma verdadeira expedição culinária por todas as regiões brasileiras em busca de conhecimentos sobre os ingredientes, receitas e a importância cultural de cada prato. Em 2013, assumiu a curadoria da pós graduação em gastronomia brasileira do SENAC, uma das mais respeitadas instituições de ensino do Brasil. E, no final do mesmo ano, lançou seu segundo livro, Cardápios do Brasil, que marca a trajetória dos oito anos do Brasil a gosto. A obra traz receitas, textos sobre as experiências de suas viagens, processos de produção da comida e um glossário fotográfico com 167 ingredientes.
Serão dois dias de preparo e troca de experiências ao lado da mestre.
Herança das avós cearense e mineira, a ligação da chef Ana Luzia Trajano com a cozinha e os ingredientes brasileiros vem desde a infância, no interior paulista.
Certa que seu destino estava entre os fogões e as panelas, mesmo já formada em administração de empresas pela FAAP, a chef partiu para a Itália. Ao voltar ao Brasil, em 2003, iniciou seu trabalho de pesquisa, uma verdadeira expedição culinária por todas as regiões brasileiras em busca de conhecimentos sobre os ingredientes, receitas e a importância cultural de cada prato. Em 2013, assumiu a curadoria da pós graduação em gastronomia brasileira do SENAC, uma das mais respeitadas instituições de ensino do Brasil. E, no final do mesmo ano, lançou seu segundo livro, Cardápios do Brasil, que marca a trajetória dos oito anos do Brasil a gosto. A obra traz receitas, textos sobre as experiências de suas viagens, processos de produção da comida e um glossário fotográfico com 167 ingredientes.
Sudwest da França em festa com o Festival do Vinho Malbec em Cahors do 20 ao 22 de junho 2014..
Découvrez l’histoire de chaque vigneron sur www.vindecahors.fr
- Sud-Ouest
- Cahors Malbec Days
- Évènement: Cahors Malbec Days 2014
Cahors Malbec Days 2014
Du 20 Juin 2014 au 22 Juin 2014
Publié par :
Mon VigneronUn événement idéal pour :
Vendredi 20 Juin :
Malbecs de France
- Master Class : 18:30 – 20:00 Dégustation commentée par un expert
Centre ville de Cahors, Cahors Malbec Lounge, € 15 (6 vins)
Banquet de Cahors Malbec
- Fêtes : 20:00 – 24:00 Stands de vignerons et négociants
Centre ville de Cahors, Pont de Valentré, € 20 (entrée, dégustations, buffet & animation)
Partenaire : Cahors Saveurs
Ponts de Malbec Cahors
- Salon : 11:00 – 19:00Stands de vignerons et négociants
Centre ville de Cahors, Pont de Valentré, € 5 (entrée)
Partenaire : Cèdre Valentré
Malbecs du mondeDégustation commentée par un expert
- Master classes : 11:00 – 19:00
- Malbec d'Argentine et du Chili 11:00 – 13:00
- Malbec des Etats-Unis et de l'Afrique du Sud 14:30 – 16:30
- Malbec d'Australie et de Nouvelle Zélande 17:00 – 19:00
Centre ville de Cahors, Cahors Malbec Lounge, € 15 chacune (6 vins + tapas Quercynois)
Cahors Malbec Party
- Fête 21:00 – 24:00
Centre ville de Cahors, Pont de Valentré, € 15 (entrée, dégustation & concert)
Dimanche 22 Juin :Barbecue
- Déjeuné : à partir de 11h00
Vignoble de Cahors, Domaines, Château participants, à partir de € 18 (repas et dégustation)
Informations :Programme complet et informations sur le site
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Brasil là fora...
Enquanto a mídia europeia destaca nas suas manchetes os desvios éticos na gestão do Governo Federal atual, o canal de televisão Arte apresenta neste momento uma séria de programas "L'assiette brésilienne"sobre os ingredientes oriundos do Brasil e sua diversidade culinária.
Os vários programas apresentados por Bel Coelho valorizam o trabalho dos pequenos produtores, dos artesões da culinária e a assimilação dos nossos ingredientes pelas diversas culturas imigrantes.
Os vários programas apresentados por Bel Coelho valorizam o trabalho dos pequenos produtores, dos artesões da culinária e a assimilação dos nossos ingredientes pelas diversas culturas imigrantes.
Tapioca na Copa
Jeanette Viegas pede ajuda para as tapioqueiras de Pernambuco.
Para participar: Leia e Assina a petição
Para participar: Leia e Assina a petição
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Julian Carraro, enólogo brasileiro, apresentou na Bélgica o vinho Faces 2013 da Serra Gaucha como vinho oficial da Copa
Faces 2013 est le vin officiel du Mondial 2014. Comme une équipe de foot, le rouge est composé de 11 cépages. Deux cuvées en blanc et rosé ont également été créées...
A Gastronomia do Norte do Brasil em destaque no Le Monde Fr
Au Brésil, l’incroyable richesse de la gastronomie amazonienne
Para ler a matéria na integra
terça-feira, 3 de junho de 2014
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