Teorias, pesquisas e reflexões sobre a gastronomia brasileira, por Quentin Geenen de Saint Maur
domingo, 1 de junho de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
O renomado Café Colonial de Telma na fazenda Babilônia
A Fazenda Babilônia, em Goiás, proporciona uma viagem ao período
colonial brasileiro. A principal fonte de renda vem do gado de corte,
outra atividade importante é o turismo rural.
A dona da propriedade do século XVIII, Telma Machado, apaixonada por história, mantém vivas receitas antigas de dar água na boca.
A dona da propriedade do século XVIII, Telma Machado, apaixonada por história, mantém vivas receitas antigas de dar água na boca.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Ana Soares e suas criações gustativos
Massas
com a cara do Brasil
Laboratório e cozinha.
Ana
Soares fez as
massas.
Mara Salles
levou a coleção toda para
a cozinha e criou
pratos como o
tagliolini...
domingo, 13 de abril de 2014
Feliz aniversário e parabéns pela iniciativa.
Du fromage
Estadão 13.abril.2014
A exemplo do que acontece em Londres e Paris, São Paulo começa a investir nas feiras de ruas gastronômicas.Uma delas – capitaneada pela festa de um ano d’A Queijaria – fará com que dez produtores de queijos se reúnam, na Sexta-feira Santa, em plena Vila Madalena. Parte da Rua Aspicuelta será fechada pela CET para receber as “barraquinhas queijeiras”.
terça-feira, 1 de abril de 2014
No Paraná
01/04/2014 09h35
- G1 Atualizado em
01/04/2014 09h35
Edição do 'Restaurante Week' faz homenagem aos sabores do Brasil
Evento em Curitiba segue até domingo (13); são 63 locais participantes.
Pratos custam R$ 41,90 para o almoço e R$ 51,90 para o jantar.
domingo, 30 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Uma Chef de São Paulo assume o primeiro lugar na gastronomia segundo a revista inglesa “The Restaurant Magazine”
25/03/2014 15h14
- Atualizado em
25/03/2014 15h24
Helena Rizzo é eleita melhor chef mulher do mundo por revista inglesa
Cerimônia de premiação será realizada dia 28 de abril, em Londres.
Gaúcha, Rizzo comanda o restaurante Maní, em São Paulo, desde 2006.
Veja o artigo
segunda-feira, 24 de março de 2014
"O prato sumiu "
Joaquim Ferreira dos Santos
O colunista escreve às segundas O Globo
O colunista escreve às segundas O Globo
O prato sumiu
Quando a administração deste botequim à beira-mar plantado vai se dar conta? O frango com quiabo é um alicerce da cultura carioca!
Abriu mais um restaurante de tapas no Jardim Botânico, e eu, glutão, magro de ruim, como dizia aquela ex-namorada, nada tenho contra a delícia de se juntar uma sangria com presunto ibérico, e passar a noite falando abobrinha.“That’s life”, diria o Sinatra estraçalhando um cheeseburger no PJ Clarke’s.
Come-se o que quiser, a quem se quer, e, bom filho dos índios degustadores do bispo Sardinha, acho que ninguém tem nada com isso. Ponho pra dentro e lambo os beiços. Dispenso os couverts em contrário.
Ao final dos tapas, passei a mão na barriga, que já se fazia proeminente. Imitando o Oscarito no banquete da chanchada “Sansão e Dalila”, me espreguicei, feliz e nonsense, na intimidade dos que me acompanhavam: “Huumm, estou com uma idiossincrasiiia...”.
Definitivamente, nada a obstar aos que querem variar de mesa, esta insaciável busca do prazer que move a Humanidade — mas eu sou aquele freguês chato. Reclamo do ar condicionado muito frio, da mesa manca e do som alto. Antes de sair do restaurante de tapas, pedi ao garçom gente boa para, por obséquio, me chamar o gerente.
Eu disse ao senhor catalão que estava tudo muito bom com seus nacos de polvo na brasa, tudo estava muito bem com seu corte bem fino do Pata Negra — e como prova de satisfação assinei o livro de ouro do estabelecimento. O que eu queria saber mesmo, disse-lhe com carinho, era se ele podia me informar o seguinte: onde, caramba!, onde, caracoles!, tinha ido parar o camarão ensopadinho com chuchu que desde a infância me alimentava a alma?
O Rio de Janeiro manteve a voz da Iris Lettieri no Galeão e o Copacabana Palace sem marca estrangeira na fachada. Acabou também de derrubar a Perimetral para ver a mesma paisagem dos antepassados. Em todos esses manifestos de preservação da graça carioca eu assino embaixo e ponho fé. Como freguês chato, no entanto, acho pouco.
Quando a administração deste botequim à beira-mar plantado vai se dar conta? O frango com quiabo é um alicerce da cultura carioca!
Quando o garçom que serve aos propósitos maiores da cidade vai perceber que a mesa de comida é tão patrimônio quanto os espelhos da Colombo?
Quando o prefeito vai tombar o sanduíche de carne assada do Opus?
De tapa em tapa, de sushi em sashimi, desaparece no engarrafamento dos modismos o cardápio que nos moldou a espécie, a argamassa que sustenta o rebolado da mulata e o drible de corpo do camelô na fuga do rapa. A moda é pedir um temaki e postar, “como sou internacional”, no Instagram. Eu prefiro ser visto — sou aquele senhor uivando de satisfação — atrás do prato de vaca atolada do Varnhagen.
O falso bom gosto dos endinheirados, mantenedores destes restaurantes ridiculamente caros, acha brega pedir arroz, feijão, purê e carne moída, tudo com dois ovos por cima. Não dá foto, não agrega — e o Rio, sem que alguém faça a lei da preservação do quadro negro com “rabada” escrita a giz, vai perdendo uma das suas identidades mais fortes.
Esta cidade se fez com a poesia dos rebeldes no Baixo, o balanço das mulheres a caminho da praia, o discurso dos estudantes agarrados aos postes da Rio Branco, as curvas do Niemeyer reproduzindo na arquitetura os morros no horizonte — e mais uma lista imensa de outros contribuintes.
Estes cidadãos sentavam-se à mesa de uma bisavó escrava, um avô italiano, uma mãe portuguesa ou um pai mineiro. Do sarapatel de referências gastronômicas, dessa feijoada maluca, alimentou-se a civilização carioca com todas suas grandiosidades e esquisitices. Era o batuque na cozinha de que falava o samba.
Junte a tudo isso a floresta da Tijuca, o travesseirinho de areia, os estandartes do Simpatia, o vento que sopra no pilotis do Capanema, os afro-sambas do Baden e Vinicius. Regue com o caldinho de mocotó da madrugada dos taxistas. Surge desse sarrabulho a cidade suculenta que o mundo quer conhecer.
Deletar a gastronomia popular como brega, estigmatizar o bife acebolado e o arroz com miúdos de frango, é o mesmo que mexer no tempo de marcação do surdo da Mangueira — é desconhecer o espírito da coisa. Comida tem alma.
Os botequins ainda resistem, mas já não temos a língua com feijão-manteiga do Penafiel, a isca de fígado da Lisboeta. O Cervantes, por exemplo, é a única possibilidade de um prato de miolos. É pouco para tanto endereço de espuma e fumaça contemporânea.
Urge, ruge daqui este leão faminto, um jeito de se manter algum tipo de dobradinha no cardápio afetivo dos restaurantes — antes que o Rio se transforme numa cidade sem personalidade gastronômica, cercada de cevicherias, temakarias e outras sensaborias.
sábado, 22 de março de 2014
Um exemplo de virtude no mundo político
Imperdível a entrevista de Abdou Diouf, ex Presidente do Senegal - hoje Secretario Geral da Francophonie
http://www.rtbf.be/video/detail_libre-echange-abdou-diouf?id=1903484
http://www.rtbf.be/video/detail_libre-echange-abdou-diouf?id=1903484
quarta-feira, 19 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Espectacular a percepção da Nina Horta, o texto é uma delicia!
Faça você mesmo por quê?http://ninahorta.blogfolha.uol.com.br/
Por folha
26/02/14 03:00
Não vai dar um nó na cabeça deles? Vir ao Rio para comer wonton?
E assisti a um documentário sobre venda de maconha no Colorado, mamma mia, não era proibida até ontem? Hoje são lojas sofisticadíssimas, com pacotinhos de mínimos a grandes, atendimento de magazine de luxo, espaços-estufas para perpetuar aquela planta que mais te agrada, assistentes delicados orientando se é para apaziguar ou animar. Admirável mundo novo do mês passado até hoje!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Experiência de afinação com Queijo Canastra
Paladar
- 19 de fevereiro de 2014 - Redação Paladar
Especial para o Estado
Na primeira segunda-feira de fevereiro, um salão do hotel Belle Vue, em Lille, norte da França, se arrumou todo para receber dez peças de queijo. Os aromas que tomaram conta do espaço eram típicos da fromagerie francesa, mas os queijos eram brasileiros, produzidos na Serra da Canastra. Eles foram maturados na França, numa experiência que durou cinco meses, protagonizada por dois famosos afinadores: Jean-François Dubois, da Bons Pâturages, e Philippe Armand, da La Finarde.
A experiência começou em setembro, quando entreguei os queijos a eles. Vivo na França, mas trouxe na mala alguns queijos brasileiros para um simpósio do Slow Food e incluí no lote peças extras para serem afinadas pelos especialistas.
Afinador de queijo é o profissional que usa diferentes métodos e técnicas para maturar a peça. Sabe quando o queijo está pronto para o consumo, se deve potencializar ou amenizar os aromas, aumentar ou reduzir a acidez e se o queijo deve ser contaminado com alguma bactéria ou fungo. Enfim, é o profissional que deixa o queijo pronto para o consumo.
A ideia era testar diferentes métodos para, posteriormente, essas técnicas serem testadas ou aplicadas no Brasil, onde a cura do queijo ainda é um campo a ser explorado.
FOTO: Débora de Carvalho Pereira/Estadão
Eles ensaiaram formas de cura em diferentes ambientes e com
tratamentos especiais. A degustação evidenciou o grande potencial de
maturação e cura dos queijos, que apresentaram resultados bem variados
de gosto, textura e aroma.Os dois queijeiros têm butiques a menos de 50 metros de distância, são concorrentes há mais de 20 anos e nunca tinham se falado. Inicialmente desconfiadíssimos um do outro, sem querer detalhar as técnicas, os afinadores terminaram o evento num relaxado bate-papo sobre consumidores de Lille.
Armand é mais desconfiado que mineiro. Tem medo que roubem seu método de maturar em bebida alcoólica (no canastra usou cachaça). E só se convenceu a falar um pouco sobre a técnica quando soube que o texto seria publicado apenas no Brasil.
Caves. Os dois queijeiros receberam queijos iguais, elaborados pelo mesmo produtor, com leite cru, e com uma semana de idade – exceto um, que foi para Armand com um mês de cura.
Jean-François Dubois curou as peças em duas caves subterrâneas naturais e usou também três salas artificiais. Ele trabalha sobretudo com umidade saturada, entre 85% e 95%, o que permite o desenvolvimento de ácaros e bactérias, como o mucor, que proporcionam cascas especiais aos queijos. Ele também trabalhou uma das peças isoladamente, para conhecer o efeito da maturação apenas com bactérias brasileiras.
Philippe Armand amadurece os queijos apenas em caves naturais, no subsolo de sua butique localizada na área central de Lille. Mantém menor umidade – em torno de 60% a 70% – e tem o hábito de curar queijos com bebidas alcoólicas, o que lhes confere sabor bem peculiar. Seus métodos são mais viáveis para a produção no Brasil: por não exigir umidade saturada, a cura pode ser feita em uma geladeira, a 12ºC.
É verdade que esperar os queijos curarem encarece o produto, mas torna o gosto do queijo muito mais complexo que o de queijos frescos ou meia cura. No caso do canastra, a cura acentua o gosto picante, o aroma fica mais intenso e a textura varia conforme a umidade do ambiente.
JEAN-FRANCOIS DUBOIS
Umidade: 85%
Temperatura: 12°C
Meio lá, meio cá
Método: sobre tábua de pinheiro, virado uma vez por semana.
Como ficou: não muito macio, nem muito acentuado no paladar. Apresentou defeitos na casca, que podem ser de fabricação.
O bolor não pegou
Método: sobre palha em tábua de pinheiro e perto de peças de saint-nectaire, queijo que desenvolve um bolor chamado mucor. Virado uma vez por semana.
Como ficou: praticamente não desenvolveu bolor. A massa não ficou muito macia. O gosto ficou sutil e complexo.
Requeijão pornô
Método: lavado toda semana com água salgada, técnica dos queijos marroiles, de cheiro forte e fermento vermelho na casca.
Como ficou: cremoso, como um requeijão. Ficou com cheiro pornográfico, forte demais. Poderia ter sido curado um mês menos.
O melhor de todos
Método: cave natural vazia, sobre tábua de pinheiro. Sem nenhuma flora bacteriana para contaminar o queijo.
Como ficou: massa muito macia, quase cremosa. As bactérias da Serra da Canastra proliferaram, dando mais sabor ao queijo.
Casca com ácaro
Método: cave de queijo mimolette, com abundância de ácaro.
Como ficou: adquiriu o gosto do mimollete, levemente amargo, com tons de alcaçuz. A casca ficou bem dura e esfarelada.
O interior continuou macio e ficou amarelo.
PHILIPPE ARMAND
Umidade: 70%
Temperatura: 12°C
Algo pecorino
Método: escovado com escova dura de náilon e virado uma vez por semana.
Como ficou: um pouco seco, com massa semidura. Bom para ser ralado. Ficou mais parecido com um pecorino que com um parmesão (de massa bem dura).
Banho de cachaça
Método: uma vez por semana, foi lavado com cachaça e escovado com escova de náilon dura.
Como ficou: a massa ficou seca, com cristais brancos no interior e a casca, amarelada. O álcool não altera o sabor, que ganhou um toque suave de amargor.
Canastra cheese
Método: amadureceu em cave artificial de cura de queijo de cabra, com 80% de umidade. Foi virado uma vez por semana.
Como ficou: seco, mas macio por dentro, com gosto picante bem acentuado. Ficou parecendo um stilton, estilo de queijo inglês.
Embebido
Método: queijo envolto em tecido embebido em cachaça, em pote fechado. Durante o processo, a cachaça foi adicionada regularmente, para manter a umidade.
Como ficou: a consistência se tornou igual à do queijo fresco, mas com forte sabor alcoólico.
Em filme plástico
Método: o queijo foi enrolado em filme plástico para conservar suas características, pois foi o único que chegou do Brasil já curado (tinha um mês de fabricação).
Como ficou: conservou o sabor original, mas, no fim da maturação, a massa do queijo estava um pouco mais seca.
Nossas bactérias têm futuro
* O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de produtores de queijo (atrás da Índia, EUA, China e Paquistão).
* 300 mil peças de queijo são produzidas todos os dias em Minas Gerais.
* Há 30 mil produtores de queijo de leite cru (grande parte deles clandestinos) em Minas. Na França, há entre 7 e 8 mil ateliês de fabricação artesanal.
A valorização da cura de queijos no Brasil é recente, enquanto na França as técnicas têm sido aperfeiçoadas há pelo menos um século. Em Minas Gerais, o reconhecimento da diversidade dos territórios e dos produtos está começando, mas na França cada pedaço de terra já tem suas indicações geográficas delimitadas e os produtos são catalogados. Mas a comparação da produção entre Brasil e França traz uma surpresa: só em Minas há mais que o triplo de produtores de queijo de leite cru do que na França inteira.
A diversidade de bactérias dos queijos sul-americanos chama a atenção dos laboratórios de pesquisa franceses, que já esgotaram a sua diversidade natural, uma vez que na França a maioria dos fermentos é padronizada e produzida por grandes empresas. O estudo das bactérias da Serra da Canastra pode resultar em novos fermentos.
O Brasil já é o quinto produtor de queijo no mundo, mas continua importando. Em janeiro de 2014, a Revue Laitier Française mostrou que a exportação de queijos franceses para o País dobrou: de 800 t em 2011 para 1.600, em 2013.
* É jornalista, trabalha na revista especializada Profession Fromager, em Lille, e faz parte da associação Sertãobras, que busca incentivar a legalização de queijos produzidos com leite cru.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Mesquinharia não rima com Gastronomia vale ler o artigo de Carlos Alberto Doria
Para ler o artigo por inteiro Blog e-Boca Livre
SENAC: uma editora do balacobaco
Se eu vivesse de publicar livros,
estaria em maus lençóis, pois quereria associar o escrever com a
liberdade de expressão - coisa cada vez mais difícil.
Já contei aqui como a Editora Senac me retaliou por discordar da mudança de sua linha editorial que, afinal, veio dar na publicação da emblemática coletânea de receitas de Nutella.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Chefs franceses declaram guerra a 'fotógrafos de pratos'
Chefs franceses declaram guerra a 'fotógrafos de pratos'
Para um deles, clientes que registram imagens de suas criações estão 'roubando' sua propriedade intelectual.
Da BBC
13 comentários
Dois estrelados chefs franceses declararam guerra a clientes que registraram fotos de seus pratos.
Para
dono de restaurante, clientes que registram imagens de suas criações
estão 'roubando' sua propriedade intelectual (Foto: BBC)
Gilles Goujon, dono do restaurante L'Auberge du vieux puits, em
Fontjoncouse, no sul da França, que tem três estrelas no Guia Michelin, é
um dos maiores críticos dos fotógrafos "amadores".
Segundo ele, todas as vezes que alguém tira uma foto de suas criações e posta a imagem nas redes sociais, "acabam a surpresa e um pouco da minha propriedade intelectual", disse Goujon ao site de notícias France TV Info.
Outro chefe de renome, Alexandre Gauthier, do restaurante La Grenouillère, em Madelaine-sous-Montreil, no norte da França, foi além e decidiu incluir um aviso no menu proibindo câmeras fotográficas - embora a fotografia não é totalmente banida no local.
Gauthier lamenta o fato de que os clientes tiram mais fotos da comida do que dos comensais em si. "Antes, as fotos eram da família, da avó, e agora tiramos fotos da comida. Até tuitá-la, curti-la, responder aos comentários, o prato já está frio", sentenciou.
Mas nem todos os estabelecimentos gastronômicos têm a mesma visão - alguns restaurantes na França decidiram oferecer cursos de fotografia para pôr fim ao que alguns chefes consideram o 'mal do século'.
Segundo ele, todas as vezes que alguém tira uma foto de suas criações e posta a imagem nas redes sociais, "acabam a surpresa e um pouco da minha propriedade intelectual", disse Goujon ao site de notícias France TV Info.
Outro chefe de renome, Alexandre Gauthier, do restaurante La Grenouillère, em Madelaine-sous-Montreil, no norte da França, foi além e decidiu incluir um aviso no menu proibindo câmeras fotográficas - embora a fotografia não é totalmente banida no local.
Gauthier lamenta o fato de que os clientes tiram mais fotos da comida do que dos comensais em si. "Antes, as fotos eram da família, da avó, e agora tiramos fotos da comida. Até tuitá-la, curti-la, responder aos comentários, o prato já está frio", sentenciou.
Mas nem todos os estabelecimentos gastronômicos têm a mesma visão - alguns restaurantes na França decidiram oferecer cursos de fotografia para pôr fim ao que alguns chefes consideram o 'mal do século'.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Vereadores de São Paulo bricando com "fogo"
Alguns vereadores não tem nada mais importante que fazer para melhorar a vida na cidade. Depois de décadas de trabalho árdua dos chefs para por a cidade de São Paulo no roteiro internacional da gastronomia, lá vem eles ...
Coluna de Sonia Racy - Estado de São Paulo
Nós, os patos
07.fevereiro.2014 | 1:01
Depois de a Câmara de Vereadores de SP aprovar, em primeira
votação, projeto que proíbe a venda de foie gras na cidade, agora é a
vez de a Assembleia paulista propor o mesmo no Estado.A tão importante discussão foi interrompida, anteontem, na CCJ, por pedido de vista de Baleia Rossi, do PMDB.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Época de colheita do Jaracatiá
Jaracatiá, vem do Tupi - “Fruta da arvore do talo ou tronco mole”. É também chamado de mamão bravo, mamão de espinho, mamaozinho.
Originária da mata atlântica e mata de galeria dos cerrados desde Minas gerais ao Rio Grande do Sul
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
"10 Pecados Capitais"
As 10 guloseimas apontadas como as mais do Brasil são:
- Pão de Queijo
- Acarajé
- Goiabada
- Manteiga de Garrafa
- Bananada de Paraibuna
- Queijo Canastra
- Tapioca
- Tacacá
- Chimarrão/Tererê
- Quindim
Sua participação é valiosa, espero seus comentários.
Gastronomicalement,
Quentin
- Pão de Queijo
- Acarajé
- Goiabada
- Manteiga de Garrafa
- Bananada de Paraibuna
- Queijo Canastra
- Tapioca
- Tacacá
- Chimarrão/Tererê
- Quindim
Sua participação é valiosa, espero seus comentários.
Gastronomicalement,
Quentin
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Boa dica da Ganguiulta
A Queijaria
https://www.facebook.com/aqueijaria
Queijos artesanais brasileiros, embutidos, vinhos, cervejas
Alimentação e restaurantes
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O assunto é de interesse!
CÂMARA CASCUDO AO ALCANCE DE TODOS
Luís da Camara Cascudo (1898-1986), o mais importante folclorista brasileiro, escreveu sua monumental História da Alimentação no Brasil entre 1943 e 1962. Percorreu uma bibliografia enorme; estudou os índios brasileiros; entrevistou ex-escravos e antigos senhores de engenho; viajou para pesquisar na África; consultou cadernos manuscritos de receitas. O resultado foi um livro de mais de 900 páginas - sempre citado e, contraditoriamente, pouco lido ou conhecido em profundidade. Sabe-se, hoje, que não é possível conhecer a culinária brasileira sem um domínio razoável da História da Alimentação no Brasil.
Portanto, o que se pretende através do curso é levar o aluno a um domínio satisfatório sobre a culinária do país segundo a visão desse seu historiador, habilitando-o a seguir se aprofundado, com método, caso deseje fazê-lo.
Essa imersão no universo de Camara Cascudo se destina a todos que, cientes de que a culinária brasileira vive um momento virtuoso e de valorização no país e no exterior, desejam domina-la “por dentro”, conhecendo o fundamental.
Público alvo: Curiosos; jornalistas; profissionais da cozinha; estudantes de gastronomia e nutrição, estudantes de história, sociologia e antropologia; engenheiros de alimentos, etc - todos encontrarão no curso elementos mais que compensadores do esforço empreendido.
Carga horária: 8 horas
Organização básica: curso dividido em 4 sessões, analisando a História da Alimentação sob vários aspectos: o plano do livro e seu objetivo, as fontes; a contribuição indígena, negra e portuguesa. Orientação para leituras posteriores, debates, degustações e aromatizações.
Roteiro do curso:
01/02 – Erudição autoral e vocação universal da análise. Avaliação das fontes utilizadas pelo autor. Visão nacionalista/modernista da cozinha brasileira.
08/02 - Cardápio indígena
15/02 - Dieta Africana
22/02 - Ementa portuguesa, fechamento do curso e almoço.
Sempre aos sábados de fevereiro, das 10:30hs às 12:00hs (exceto o último)
Professores:
Leila Algranti - História, Unicamp
Carlos Alberto Dória - Sociologia, Unicamp
Paula Pinto e Silva - Antropologia, USP
Wanessa Asfora - História, USP
Adriana Salay Leme – História, USP
No dia 22 de fevereiro, sábado logo após a aula, teremos o almoço – À mesa com Câmara Cascudo. Neste dia, Rodrigo Oliveira e a equipe Mocotó cozinharão inspirados nos escritos do autor, visando aproximar os alunos o mais possível do que, afinal, estamos falando: comida brasileira!
Vagas: 25
Investimento: R$ 600,00 por pessoa.
Local: Engenho Mocotó (Av. Nossa Senhora do Loreto, nº 1.100 - Vila Medeiros)
Os interessados deverão fazer pré-inscrição, manifestando a intenção de acompanhar o curso, pelo e-mail
centroculturaculinariac5@gmail.com
Após a manifestação de um número mínimo de inscritos o curso será confirmado e os procedimentos de pagamento explicitados.
Esperamos vê-los em breve!
Equipe C5
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Fiquei pensando quais seriam os "10 pecados capitais" no caso do Brasil...
Aguardamos suas sugestões no comentários do Muito Prazer, Brasil
domingo, 5 de janeiro de 2014
O TEMPO – Carlos Drummond e Andrade
Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente...
...Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!!!”
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)









