sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Paladar do 21/01/2013

Em defesa do terroir brasileiro
Por Júnior Milério
Com as prateleiras dos supermercados sempre cheias e a facilidade de encontrar (quase) tudo em qualquer período do ano, valorizar a origem de cada ingrediente é algo que tem ficado distante das preocupações do cotidiano. Mas há não muito tempo, antes de pensar no cardápio diário, ainda nos perguntávamos: é época de quê?
Voltar a considerar a sazonalidade de cada produto é um conceito que vem gerando iniciativas ao redor do mundo. Acompanhando essa tendência e com a proposta de aproximar comensais, produtores e chefs, o projeto Outstanding in the Field foi idealizado pelo chef Jim Denevan, já em 1999, nos Estados Unidos. A ideia é conscientizar a sociedade sobre o percurso de cada ingrediente. Do campo, passando pela cozinha, até chegar à mesa. Sempre com refeições onde os protagonistas são os produtos locais.


Etapa paulista do Gastronômade em 2012. FOTO: Cris Berger/Divulgação
Com edições no Brasil desde março do ano passado, e nome aportuguesado, o Gastronômade já está com a agenda de 2013 programada. Em março, os almoços serão realizados em seis Estados brasileiros (Rio, Minas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo), e também no Distrito Federal.
A estreia ficará por conta da chef Roberta Sudbrack, no dia 2, no Portobello Resort & Safari, em Mangaratiba, Rio de Janeiro. Em seguida, dia 9, o chef William Chen Yen recepciona os convidados no Jardim Botânico de Brasília.
Renata Runge, representante do projeto no Brasil, diz que o primeiro passo para realizar o evento é mapear produtores e chefs engajados com a valorização de produtos locais. Chen Yen, por exemplo, afirma que vai usar ervas e flores cultivadas no próprio Jardim Botânico.
Marcelo Schambeck, chef da versão gaúcha do Gastronômade, conta que está em contato com produtores da região para saber quais ingredientes serão colhidos no começo do ano. Mas garante que, no modo de preparo, vai priorizar o típico fogo de chão do Rio Grande do Sul.
Ao todo, a organização pretende realizar 15 eventos no Brasil este ano, também contemplando o nordeste, no segundo semestre, onde, até o momento, a Bahia é o único estado confirmado.
Confira todos os chefs participantes, locais, datas e valores. O preço é referente ao primeiro lote e inclui bebidas e serviço. Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento.
Rio de Janeiro
Chef: Roberta Sudbrack
Quando: 2 de março, às 13h
Onde: Portobello Resort & Safari
Quanto: R$ 235
www.haraslarissa.com.br

Boa sorte a Chef Tanea Romão que mudou para Tiradentes


O Kitanda Brasil os convida para o embarque no “Trem da Memória”

No próximo sábado, 26 de janeiro, a partir das 20:00h, A Catibrum Teatro de Bonecos, apresentará o espetáculo “O Trem da Memória”, no “terreiro” (quintal) do restaurante  Kitanda Brasil, no bairro do Cascalho em Tiradentes e você é nosso convidado para embarcar nessa viagem.

O mini espetáculo de 9 minutos, que é o tempo que o trem fica parado na estação, para o embarque dos “passageiros” rumo a uma nova vida, no sanatório de  Barbacena, longe de suas famílias e do seu passado,  é apresentado a duas pessoas, de cada vez, que assistem por ângulos diferentes aos encontros e desencontros dos personagens na estação da vida.

O texto é uma livre adaptação do conto “Sorôco sua mãe e sua filha” de Guimarães Rosa e esse “trem” envereda pelos caminhos tortuosos da loucura, inspirado no universo de Guimarães Rosa e nas obras de Arthur Bispo do Rosário.

O “Trem da Memória” partirá da estação a cada 15 minutos e enquanto você espera sua partida ou após sua chegada poderá partir rumo à outra viagem.......”a viagem gastronômica” pelos quatro cantos do Brasil, que é o “menu degustação” do Kitanda Brasil.

Reserve o seu bilhete e Boa Viagem!!!!!!!

Kitanda Brasil – quitandas e quitutes

Rua Padroeiro Santo Antonio, 240 – Cascalho – Tiradentes/MG F: 32-3355.1560 ou 32-9156.5624

tanearomao@kitandabrasil.com.br                     www.kitandabrasil.com.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Fitas de luto demonstram cidadania em Riberão da Ilha.


Moradores do Sul da Ilha de Florianópolis em ato de protesto contra o descaso do Orgão Público Ceslesc.

 
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Mariscos e Ostras em perigo em Florianópolis.

Devem ser retomados amanhã os trabalhos de contenção do óleo que vazou na subestação desativada da Celesc no bairro Tapera, ao sul de Florianópolis. O medo é que a produção de marisco e de ostra na região possa ser afetada

O vazamento de 12 mil litros de óleo que pode conter ascarel, uma substância altamente perigosa e que teve a fabricação proibida no Brasil em 1981, levantou uma série de dúvidas sobre o impacto ambiental que pode causar na área afetada. Enquanto as análises que vão confirmar ou descartar a presença do ascarel na área de mar e mangue entre o Ribeirão da Ilha e a Tapera não ficam prontas (vão levar pelo menos 15 dias), a recomendação é cautela. Embora autoridades e estudiosos digam que a probabilidade de contaminação é pequena, e que o embargo das atividades de pesca e maricultura são preventivos, também não negam que o risco existe.

Comprovada ou não sua existência no ambiente, o certo é que o ascarel, nome comum dado ao componente PCB (bifenila policlorada) é uma sustância altamente tóxica que se assemelha aos pesticidas e pode trazer danos irreversíveis aos organismos que tenham contato com ele. Marcio Tamanaha, professor de oceanografia e engenharia ambiental da Univali (Universidade do Vale do Itajaí), o classifica como um fluído perigoso, que age silenciosamente e que, de acordo com a quantidade de cloro existente em suas moléculas, tem ampla capacidade destrutiva.

Por conta de sua estrutura molecular quase insolúvel, o impacto ambiental provocado pelo PCB, segundo o professor, pode ser bastante severo. “Se um peixe contaminado é comido por um pássaro, automaticamente este organismo será contaminado”, explicou.

O mesmo pode acontecer com pessoas que ingerirem algum produto exposto ao ascarel. “O maior dano é via oral, na alimentação”, pontuou. Segundo Tamanaha, o efeito não é letal, mas provoca alterações genéticas nos seres contaminados, como mudanças nos estágios de reprodução, processo de engorda, crescimento e desenvolvimento do organismo: “Em alguns casos, pode ser eliminado pelas defesas do organismo, tudo depende da quantidade ingerida”.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Chef Rodrigo Oliveira do restaurante Mocotó



Mocotó - um dos pratos mais tradicionais do Brasil preparado com ingredientes potentes e de baixo custo, a pata da vaca sem o casco, o prato tem sua origem na tradição portuguesa, o caldo de mão-de-vaca.

Após 3 horas de espera na calçada da Avenida Nossa Senhora do Loreto 100, num domingo chuvoso, petiscando e bebericando, conseguimos sentar, o casal belga Valérie e Geoffroy, o casal brasileiro Natasha e Marcelo, para almoçar no terraço coberto do restaurante Mocotó.

Uma clientela na sua maioria jovem, resignada e animada ainda esperava sua chamada por ordem de chegada.

Como sempre pedi ao Chef da casa para orientar nossa escolha de pratos. A pergunta dele foi: É a primeira vez? Sim.

Comemos feijão-de-corda, baião-de-dois, carne-de-sol assada, paleta de cordeiro do velho Chico e cuscuz de milho. Como sobremesa uma degustação de doces caseiros, pudim de tapioca e tapiocas doces.

A agrura provocada pela espera nos convidados evaporou durante o almoço. Uma emoção gustativa inundou meu ser, um sabor brasileiro atualizado, simples, verdadeiro com conceito jovem e leve. Um grito de felicidade compartilhado na mesa - este garoto conseguiu manter o ambiente do “meu Brasil brasileiro” e confirmar que o tempo de novos talentos chegou.

Obrigado ao Chef Rodrigo Oliveira e a sua equipe que me deram este presente saboroso para iniciar o ano de 2013 com a manutenção da identidade da culinária brasileira.    

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Agora com vcs, a raiz do pepino.

 
 



 
A PRESIDENTE E OS JORNALISTAS

Brasileiro é tão bonzinho

Por Carlos Brickmann em 31/12/2012 na edição 727
 
Uma raríssima entrevista coletiva da presidente Dilma Rousseff, num café da manhã com jornalistas. Primeira pergunta: assunto, teto do Fundo de Garantia. Resposta da presidente: “Ah, essa não! Vamos tentar outro assunto”. Segunda pergunta: assunto, aumento da gasolina. A presidente também não gostou. E resolveu o problema das perguntas que não estavam a seu gosto: “Eu mesma começo. Queria falar, neste final de ano (...)”
Imagine uma entrevista assim na Casa Branca. O mundo cairia. Imagine uma entrevista assim no Iraque – onde o repórter Montazer Al Zaidi jogou um sapato no presidente americano George Bush. Imagine uma entrevista assim em Londres, onde o duelo entre autoridades e repórteres é duríssimo. Aqui passou na boa – e, não fosse uma nota publicada fora do corpo da reportagem, num único jornal, o público poderia pensar que os repórteres perguntaram o que quiseram e a presidente da República respondeu às perguntas por eles formuladas.
Brasileiro é tão bonzinho! Não apenas repórteres de elite, escolhidos pelas redações mais importantes para cobrir o Palácio do Planalto, aceitam que o entrevistado lhes determine o que podem ou não perguntar, como este fato é deixado de fora da matéria, como se fosse irrelevante. Sua Excelência, o Consumidor de Informação, é tratado como cidadão de segunda classe: pensa que está tomando conhecimento de uma entrevista, sem saber que só as perguntas aprovadas pelo entrevistado entram na matéria.
No início da ditadura militar, quando o presidente da República, marechal Castello Branco, começou a falar em leis de imprensa (que, como hoje, eram muito mais leis de cerceamento de liberdade de expressão do que qualquer outra coisa), a grande desenhista Hilde Weber, no Jornal da Tarde, publicou uma série de charges sobre o tipo de imprensa que o marechal queria. Lembrança necessária: Castello Branco era feio de doer e sua cabeça saía direto dos ombros, dispensando o pescoço. Em várias charges demolidoras, surgiam as manchetes de que o governo militar gostaria. Por exemplo, “Castello é bonito”; “Presidente é bom de bola”, “Moda francesa quer copiar as gravatas de Castello”.
Com censura e tudo, referindo-se a uma frase clássica do ex-presidente Ernesto Geisel, de que o Brasil vivia uma “democracia relativa”, o repórter João Russo perguntou ao todo-poderoso ministro Delfim Netto se a taxa de inflação que ele apontava (e que, com base em informações do Banco Mundial, o correspondente Paulo Francis desmentia) era absoluta ou relativa. Delfim não gostou, respondeu duro, e a entrevista continuou fluindo. Num programa de entrevistas, o professor João Manuel Cardoso de Mello (hoje na Facamp, em Campinas), protagonizou um memorável duelo com Delfim Netto, perguntando o que queria e ouvindo as respostas do ministro, por sinal um excelente debatedor.
Uma repórter da Rede Bandeirantes, Ana Aragão, perguntou ao ditador de plantão, general João Figueiredo, por que ele, como havia dito, preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo. Figueiredo não respondeu, mas a ausência de resposta foi o ponto principal da reportagem.
E isso na ditadura. Hoje, por que tanta mansidão dos meios de comunicação diante do poder?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

2012/2013

 Agradecendo a cobertura das noticias de 2012 dos jornalistas Renata Lo Prete, Dora Kramer e William Waack e André Trigueiro.
 


Meus votos para um Brasil mais ético em 2013
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Queijo, uma iguaria milenar

Criação do queijo ocorreu há 7,5 mil anos


14 de dezembro de 2012 | 2h 05

LONDRES - O Estado de S.Paulo

Os primeiros produtores de queijo dos quais se tem conhecimento viveram na atual Polônia durante o período Neolítico, há 7,5 mil anos, segundo revelou um estudo britânico baseado na descoberta de vasilhas de cerâmica.

Uma equipe da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, descobriu resíduos de gordura láctea nos fragmentos de 34 vasilhas de cerâmica que teriam sido utilizadas para coar leite e fabricar queijo, de acordo com o estudo, publicado ontem na revista científica Nature.
Os restos foram encontrados na região de Cuyavia, no centro da Polônia, e datam de cerca de 5.400 a.C., época em que a agricultura se estendeu dos Bálcãs até a Itália e a Europa Oriental, afirmou o pesquisador britânico Richard Evershed.
Desse período também datam outros recipientes encontrados na Grã-Bretanha, Dinamarca e no sudeste da Europa, que os cientistas interpretaram como coadores para a fabricação de queijo. Neles, no entanto, não foram detectados restos de leite.
Com as descobertas da Universidade de Bristol, as vasilhas encontradas na Polônia se transformaram no indício mais antigo da produção de queijo e sugerem que o produto apareceu nos primeiros períodos da agricultura, imediatamente depois da domesticação dos animais, apontou Evershed.
Produção. Pinturas e escrituras datadas do terceiro milênio antes de Cristo já explicam o processo de produção do queijo, mas os pesquisadores buscavam provas que demonstrassem que sua origem era anterior.
A introdução dos lácteos na dieta foi uma inovação importante nos primeiros períodos da agricultura, quando o leite se transformou em um ingrediente essencial para os agricultores pré-históricos.
A produção de queijo foi um avanço importante, não apenas por permitir que o leite fosse preservado em um formato menos perecível e mais fácil de transportar, mas porque também facilitou sua digestão, já que é muito provável que os primeiros agricultores fossem intolerantes à lactose, revelou Evershed. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Uma amiga enviou receitas da terrinha do papai noel, Finlandia

Para a receita "Glass Masters Herring" vc pode substituir o Herring pelo peixe Cavala. 

Christmas cookbook

© Studio Fotoni
This table is set for a traditional Finnish Christmas dinner, with the baked ham in the starring role.
Christmas is the most traditional of Finnish festivals. It is a time for family, close relatives, friends without family, but above all for the children. The good old traditional dishes appear on the Christmas dining table year after year. Casserole dishes, Finnish cuisine at its best, can easily be prepared a few days in advance.
Freshly salted salmon
Rosolli salad
Casseroles
Glass Masters herring
Baked ham
Rice porridge
Mixed fruit soup
Christmas bread
Christmas pastries / Joulutortut
Ginger cookies / Piparkakut
Christmas glögg

Freshly salted salmon

© Studio Fotoni
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Preparation time: about 25 minutes
Salting time: 1–2 days
Not suitable for freezing
  • Large piece of salmon, about 4 1/2 lb. (2 kg)
  • 2 tablespoons coarse salt
  • 1–2 tablespoons sugar
  • 1 tablespoon roughly ground white pepper
  • plenty of fresh dill
1. Fillet the salmon unless bought already filleted. Do not, however, remove the skin.
2. Wipe the fillets with paper towels without rinsing.
3. Sprinkle the bottom of a suitable sized dish with salt and place one of the fillets, skinside down, on the salt. Spread the seasoning over both the fillets, placing the other fillet, skinside up, on top. Sprinkle the rest of the salt and the dill over the fish. Cover the dish tightly with aluminium foil. Put a small weight on top and store in a cool place.
4. Scrape off all the seasoning and cut the fillets down to the skin into thin, oblique slices before serving.
Hint
Freshly salted salmon does not require any sort of dressing, especially when served at Christmas. However, mustard dressing goes very well with this dish.
Prepare as follows just before serving the salmon: Mix together 3 tablespoons darkish prepared mustard, 2 tablespoons sugar and 4 tablespoons wine vinegar. Add 3/4 cup (2 dl) oil, preferably olive oil, in a thin stream while beating at the same time. Last of all, mix in plenty of finely chopped fresh dill.
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Rosolli salad

© Studio Fotoni
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  • 4 boiled potatoes
  • 4 boiled carrots
  • 4 boiled or pickled beetroot
  • 1 gherkin
  • 1 small onion, salt, white pepper
Dressing:
  • 1 dl cream
  • 1 tsp vinegar (10%)
  • 1 tsp sugar
  • (water the beetroot was cooked in)
Cook the vegetables (not the onion!) in their skin well beforehand until just tender. Peel the vegetables and onion and cut them with the gherkin into small, equal-sized cubes. Mix them together and season with a little salt and white pepper.
Whip the cream lightly, season with sugar and vinegar and add a few drops of beetroot liquid for colour. Serve the dressing separately. (Garnish the salad with hard-boiled eggs, the yolks and whites chopped separately and laid in stripes on the top.)
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CASSEROLES

© Studio Fotoni
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Casserole dishes form the main hot dishes served at Christmas. They are very useful from the hosts' and hostesses' point of view because they can be prepared well in advance. They keep well for two or three days when stored in a cool place. The flavour of the rutabaga casserole, for instance, improves with reheating.
Homemade casseroles are Finnish cuisine at its best: nutritious and much easier to prepare than one would imagine, and also exceptionally economical.

Rutabaga casserole

Preparation time: 25–30 minutes
Boiling time for the rutabagas: 30–40 minutes
Cooking time: 1/2–2 hours
Oven temperature: 350°F (175°C)
Suitable for freezing
  • 2 large rutabagas, 3 1/2 lb. (about 1 1/2 kg)
  • 1 1/2 cups (4 dl) cream or mixture of cream and milk
  • 3/4 cup (2 dl) dried breadcrumbs
  • 1/3 cup (1 dl ) dark syrup
  • 1 egg
  • 1 1/2 teaspoon ground ginger
  • 1/2 teaspoon white pepper
  • 1/2 teaspoon grated nutmeg
  • 1 tablespoon salt
Coating: dried breadcrumbs, butter
1. Scrub and peel the rutabagas. Cut up into large pieces and boil in slightly salted water until soft.
2. Strain, keep the cooking liquid, and mash or blend the rutabagas in a kitchen blender.
3. Mix in the cream and dried breadcrumb paste, dark syrup, beaten egg and spices, and as much of the cooking liquid as is needed to give a loose soft consistency.
4. Turn into a greased baking dish, press the surface with a fork to make a pattern, sprinkle over a thin coating of dried breadcrumbs.
5. Dot the top with butter and bake in the oven.
NOTE: The flavour of the rutabaga casserole can be further enhanced by adding some lightly fried, grated onion.

Carrot casserole

Preparation time: 40 minutes
Cooking time: 20 minutes + 1 1/2 hours
Oven temperature: 350 °F (175°C)
Suitable for freezing
  • 3/4 cup (2 dl) rice
  • 1 1/2 cups (4 dl) water
  • 1/2 cup (1.2 dl) milk
  • 3 teaspoons salt
  • 3 lb. (1 1/2 kg) carrots
  • 3/4 cup (2 dl) milk or a mixture of cream and milk
  • 1/4 cup (50g) butter
  • 3 eggs
  • 1 teaspoon grated nutmeg
  • 1 tablespoon sugar
  • 2 teaspoons salt
Coating: dried breadcrumbs, butter
1. Boil the rice in the water and milk mixture and cook until the rice starts to thicken just a bit.
2. Peel and grate the carrots.
3. Mix the grated carrots, milk, melted butter, eggs and spices into the rice pudding.
4. Pour the mixture into a greased baking dish. Sprinkle with dried breadcrumbs and dot with butter. Bake in the oven until brown all over.
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Glass Masters herring

© Studio Fotoni
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Preparation time: 30 minutes
Soaking time: 12 hours
Marinading time: 2–3 days
  • 4 good-sized herrings
  • 3 red onions
  • 2 carrots
  • 30 whole allspice and white peppercorns
  • 4 bay leaves
Marinade:
  • 1 1/4 cups (3 dl) vinegar
  • 1 1/4 cups (3 dl) sugar
  • 2 1/2 cups (6 dl) water
1. Soak the fish overnight in cold water or equal portions of water and milk. The liquid can be changed occasionally.
2. Prepare the marinade; boil up all the ingredients and leave to cool at room temperature.
3. Remove the gut and inside belly membrane with, for instance, kitchen scissors. Rinse well and dry with paper towels. Cut up into shortish sections.
4. Peel the onions and carrots and cut into rings.
5. Fill a suitable glass jar with alternate layers of fish slices, onions and carrots, and the spices. Pour over the liquid.
6. Cover the jar and store in a cool place for at least two days. The herrings will keep for a couple of weeks in a cool place, but they are at their best after four to five days.
Hint
Different spices can also be used: thin slices of horseradish or celery seeds, mustard seeds. The fish can also be filleted and the skin removed. In that case, soaking is not required.
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Baked ham

© Studio Fotoni
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Preparation time: 10 minutes
Cooking time: 45–55 minutes/2 lb. (1 kg)
Oven temperature: 250–300 °F (125–150°C) and 440°F (225°C)
  • Ready-salted ham 10–15 lb. (5–8kg)
Coating:
  • 2–4 tablespoons mustard
  • 2–4 tablespoons brown sugar
  • 2–4 tablespoons dried breadcrumbs
cloves for decorating
1. Place ham on a wiregrid in the roasting pan, skin side up. Push a roasting thermometer into the thickest part of the ham making sure it does not touch the bone.
2. Put the ham in the oven. It is difficult to give a precise roasting time, it is best to go by the roasting thermometer. When it reaches 170 °F (77°C) the meat is cooked.
3. Remove from the oven and let it stand for a moment. Remove the skin and as much of the underlying fat as required.
4. Mix together the ingredients for the coating and smear over the ham. Put back into the oven at 440 °F (225°C) for ten minutes or until golden brown all over. Decorate the surface of the ham with cloves.
NOTE: If the ham is cooked at a lower temperature less liquid will be lost and the meat will be much more succulent. Of course the lower the temperature, the longer the cooking time.
Variation
Many people consider that the meat will be much juicier if the ham is covered with a pastry crust. Prepare the pastry by mixing about 2 cups (800 g) rye flour in one litre of water. The pastry is then rolled out or patted over the surface of the ham to give a crust about 1/2 inch (1 1/2 cm) thick. No salt should be added to the pastry. If the ham happens to be too salty, the pastry crust will absorb the excess salt.
Hint
The meat juices which collect in the roasting pan can be used to make a tasty gravy. Be careful, however, it will be rather salty. One well-tried method is to mix in some apple sauce flavour with ground ginger and mustard, and serve together with the warm ham.
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Rice porridge

© Studio Fotoni
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(for 10 people)
Preparation time: 10 minutes
Cooking time: 40 minutes
Suitable for freezing
  • 2 cups (1/2 litre) water
  • 6 cups (1 1/2 litres) milk
  • 1 1/4 cups (3 dl) rice
  • 1 1/2 teaspoons salt
  • 1 blanched almond
1. Add the rice to the boiling milk and water mixture.
2. Simmer until cooked. Add the salt and one blanched almond. Serve with ground cinnamon, sugar to taste, and milk.
NOTE: The almond is believed to bring good luck to the person who happens to get it.
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Mixed fruit soup

© Studio Fotoni
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Preparation time: 5 minutes
Soaking time: overnight
Cooking time: about 15 minutes
  • about 1 lb. (400g) dried mixed fruit
  • 8 cups (2 litres) water
  • 3/4 cup (1 1/2 dl) sugar
  • stick of cinnamon
  • (dash of salt)
  • 3 tablespoons potato starch
1. Rinse the mixed fruit in cold water and leave to soak overnight in water containing a little sugar.
2. Boil the fruit in the soaking liquid with the cinnamon and a touch of salt if desired.
3. Continue to boil over a low heat until the fruit is fully cooked.
4. Transfer the fruit with a slotted spoon to the serving dish and remove the stick of cinnamon.
5. Thicken the juice: remove the pan from the heat, mix the potato starch in a little cold water and add in a thin stream to the liquid, stirring continuously. Bring quickly back to the boil without stirring.
6. Pour over the fruit and sprinkle a little sugar over the top.
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Christmas bread

© Studio Fotoni
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(makes 3 loaves)
Preparation time: 30 minutes
Rising time: 1 1/2 hours altogether
Baking time: about 40 minutes
Oven temperature: 400 °F (200 °C)
Suitable for freezing
  • 4 cups (1 litre) buttermilk
  • 2 oz. (50 g) yeast
  • 3/4 cup (2 dl) dark syrup
  • 2 tablespoons grated orange peel
  • 1/2 tablespoon roughly ground caraway seeds
  • 1 tablespoon salt
  • about 3 cups (8 dl) rye flour
  • 1 1/2 cups (4 dl) graham flour
  • about 4 cups (1 litre) white flour
1. Warm up the buttermilk.
2. Crumble in the yeast and add the syrup and spices.
3. Mix in the flour and knead thoroughly. Cover with a cloth and leave to rise. If the kitchen is drafty, stand the covered bowl in warmish water.
4. Divide the dough into three and shape each portion into a round loaf. Put in a warm place to rise. Prick with a fork before placing in the oven.
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Christmas pastries / Joulutortut

© Studio Fotoni
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Pastry:
  • 7 oz (200g) soft butter or margarine
  • 1 cup (2 1/2 dl) flour
  • 1/3 cup (1 dl) cold water
  • 1 teaspoon vinegar
Filling:
  • sweetened prune puree or plum jam
1. Put all the pastry ingredients into a bowl and mix quickly by hand into a dough. Don’t knead too much.
2. Put the dough to a cold place to harden.
3. Roll out on a floured board, folding a few times to make a puff pastry, and finally make a 1/2 cm thick sheet.
4. Cut the sheet into 7 x 7 cm squares. Split the corners of each square.
5. Place a bit of prune puree or plum jam in the middle of each square. Fold over every other split end onto the center, to form a windmill-like pastry.
6. Brush with beaten egg and bake at 450° F (250° C) until light brown. To make round pastries, cut into circles, fill, and fold in half. Bake as above.
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Ginger cookies / Piparkakut

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(makes about 200)
Preparation time: 30 minutes
Cooking time: 10 minutes per batch
Oven temperature: 400°F (200 °C)
  • 1 1/4 cups (300 g) margarine
  • 1 1/4 cups (300 g) sugar
  • 3 eggs
  • 1 cup (2 1/2 dl) dark syrup
  • 2 teaspoons ground cinnamon
  • 2 teaspoons ginger
  • 2 teaspoons ground cloves
  • 1 tablespoon grated orange rind
  • about 7 cups (1 kg) white flour
  • 3 teaspoons baking soda
1. Boil the syrup and spices, add the margarine and beat until the mixture is cool.
2. Beat the eggs and sugar.
3. Mix the soda in with part of the flour and then combine with the syrup-margarine mixture. Add the whipped eggs and the rest of the flour. Do not knead the final mixture.
4. Cover the dough with plastic wrap and leave overnight in a cool place.
5. Roll out the dough, cut up into shapes and bake the cookies in the oven until golden brown.
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Christmas glögg

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  • 1 bottle of red wine
  • 2–3 tablespoons Madeira (optional)
  • 1/2 cup raw sugar, or to taste
  • 1/3 cup raisins
  • 1–2 sticks cinnamon
  • 5–6 whole cloves
  • peelings of orange
  • 1/4 cup blanched, slivered almonds
  • 1/4 cup vodka to spike it up (optional)
In a large kettle, combine all the ingredients except the vodka. Heat slowly, until the drink is steaming hot. Stir every now and then, and taste with a spoon whenever you feel like it. Do not let the drink get even close to boiling. Just keep it warm. Before serving, add vodka if you wish.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Bom senso prevaleceu:Justiça derruba uso de luvas nas cozinhas de SP


Sentença atende a pedido de associação de restaurantes e invalida norma imposta pela Secretaria de Saúde. Para juíza, material só protege as mãos

16 de novembro de 2012
 LUCIANO BOTTINI FILHO, ESPECIAL PARA O ESTADO - O Estado de S.Paulo

Bares e restaurantes da cidade de São Paulo estão livres para deixar seus funcionários preparar alimentos com as mãos, sem usar luvas descartáveis ou utensílios de cozinha. A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) invalidou na Justiça uma regra publicada pela Secretaria Municipal de Saúde em dezembro de 2011, segundo a qual a comida cozida ou higienizada só pode ser manuseada com proteções.

Na decisão, de setembro, a juíza Alexandra Fuchs de Araújo, da 6.ª Vara da Fazenda Pública, afirma que "o uso de luvas, se feito de forma inadequada, pode causar maior dano à saúde do que a lavagem das mãos".
As luvas, segunda ela, "só protegem a mão, e não o alimento". Entre sanitaristas, a opinião é outra. "A luva protege tanto a mão como os alimentos. Você não pode pôr a mão. Isso é pressão de chefs", diz o biomédico e consultor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Eneo Alves da Silva Junior.
Em 1999, Silva Junior foi um dos responsáveis por elaborar uma portaria com uma série de regras sanitárias do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo para estabelecimentos alimentícios. Nela, não está previsto o uso obrigatório de luvas descartáveis, mas há proposta de alteração das normas em discussão desde o ano passado para torná-las uma exigência. Para Silva Júnior, deve existir pelo menos algum material que impeça o toque direto. "Estão voltando à Idade da Pedra, em que prevalece a contaminação."
Para a juíza Alexandra, além de desnecessárias e inseguras, as luvas seriam um problema ambiental e uma contradição com o fato de o Município de São Paulo proibir as sacolas plásticas em supermercados. "Não seria o caso também de proibir o uso de luvas descartáveis, exceto quando absolutamente indispensáveis à garantia da saúde?"
Fundamentação. Sua principal justificativa jurídica para barrar a norma foi a impossibilidade de o Município legislar sobre o tema. O processo teve por base estudos técnicos produzidos anteriormente. A ANR apresentou o veto do então governador em exercício Geraldo Alckmin em 1998 a um projeto de lei que obrigava o uso de luvas e máscaras. Alckmin citou algumas pesquisas indicando que não há diferença significativa no número de micro-organismos com ou sem luvas. Em alguns casos, essa cobertura poderia até aumentar o risco de contaminação.
De fato, sanitaristas concordam que só há benefício para a higiene com o uso adequado dos materiais, mas insistem que as refeições não devem ser manuseadas de forma direta. "O funcionário não pode ficar com as luvas o dia inteiro, precisa trocá-las e higienizar as mãos a cada 40 minutos", observa a professora Maria Eunice Ferreira, especialista em Administração de Serviços Alimentares da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André.



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Prato Feito

SOCIEDADE08/11/2012 - 14h56

Fillipe Mauro
Redação CEOs, advogados e jornalistas lideram lista de profissões com mais psicopatasPara novo livro de psicólogo britânico, psicopatia é mais comum em profissões menos humanas e mais objetivas
Circula pelos Estados Unidos um novo livro que lista as profissões que apresentam maior incidência desse distúrbio de personalidade para elucidar o comportamento de indivíduos psicopatas em ambientes de trabalho.
Segundo o psicólogo Kevin Dutton, autor de “A sabedoria dos psicopatas: o que santos, espiões e serial killers tem a ensinar sobre sucesso”, a carreira mais psicopata é a de CEO, seguida pela advocacia e pela comunicação social (apresentadores de rádio e TV). Cirurgiões aparecem em quinto lugar, logo à frente de jornalistas e agentes policiais.

A profissões com maior incidência de psicopatas:
CEO
Advogado
Comunicação Social (profissionais de Rádio e TV)
Comerciante
Cirurgião
Jornalista
Policial
Sacerdote religioso
Chef de Cozinha
Burocratas


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

É hora de refletir com seriedade no candidato mais preparado para administrar a cidade de São Paulo. A escolha não é para elenco de novela!

Na Folha de São Paulo de hoje. José Goldemberg TENDÊNCIAS/DEBATES O ASSUNTO DE HOJE: RAZÕES PARA VOTAR NO MEU CANDIDATO A experiência em vez da ideologia Com coragem, Serra trouxe os genéricos e a inspeção veicular. O PT, por outro lado, trouxe as cotas. Além disso, o Enem criou dúvidas sobre o gestor Haddad A cidade de São Paulo é muito grande. Atender as exigências de uma população de mais de 10 milhões de habitantes é uma tarefa complexa. É preciso pensar na coleta de lixo, na construção de gigantescos túneis, nas previdências a adotar para melhorar a qualidade do ar, entre tantas outras coisas. Como escolher um prefeito que comande essas tarefas? Talvez a história possa nos dar algumas respostas. Ao longo dos anos, São Paulo teve prefeitos de todos os tipos. Desde o talentoso engenheiro Prestes Maia até políticos sem maiores qualificações, como administradores que usaram a prefeitura como trampolim para a conquista de posições mais elevadas no cenário nacional. É claro que é natural que um bom prefeito como Mario Covas tivesse a aspiração de se tornar governador, como de fato ocorreu. Entretanto, enquanto o político for prefeito, é importante que ele tenha como objetivo principal o sucesso na resolução dos problemas da cidade. O critério básico para a escolha de prefeitos é, portanto, a demonstração de competência em seu trabalho. Ou seja, visões abrangentes e ideológicas são importantes, mas numa prefeitura o que é primordial é a capacidade fazer acontecer. A história está cheia de exemplos de líderes com grandes visões que fracassaram em torná-las realidade. Outros tantos eram líderes medíocres e tiveram sucesso em fazer tais visões avançarem. Essa situação não é apenas paulistana. Ela parece estar ocorrendo também nas eleições para presidente dos Estados Unidos, que acontecerão em novembro. Por um lado, o atual presidente Barack Obama, democrata, consegue transmitir muito bem a sua visão sobre um futuro melhor para o seu país e para o mundo, mas é criticado por não conseguir converter em realidade tais intenções. Por outro lado, seu opositor republicano Mitt Romney se apresenta como um homem prático, que foi um excelente governador do seu Estado, Massachusetts. Estamos diante de uma situação parecida na escolha do próximo prefeito de São Paulo. Por um lado, temos um candidato do PT, Fernando Haddad, ex-ministro da Educação. Ele tem visões populistas discutíveis, características do partido politico a que pertence, como cotas raciais para as universidades federais (e presumivelmente outras áreas). Seu partido sofre ainda com outros problemas, como o fato de vários dos seus líderes estarem em julgamento no Supremo Tribunal Federal. Além disso, a gestão de Haddad no Ministério de Educação deixou sérias dúvidas sobre a sua capacidade administrativa. Isso foi exemplificado pelas dificuldades em realizar até vestibulares para as universidades federais através do Enem -a USP realiza provas de seleção assim há mais de 40 anos, sem qualquer problema. O outro candidato, José Serra, é ex-prefeito, ex-ministro e ex-governador de São Paulo -tem ampla experiência administrativa, com sucesso demonstrado em várias áreas. Um grande exemplo foi a introdução de genéricos dos produtos farmacêuticos, que trouxeram grandes benefícios para a população mais carente. Na área ambiental, teve a coragem de apoiar a introdução da Politica Estadual de Mudanças Climáticas e a inspeção veicular para melhorar a qualidade do ar em São Paulo -que Haddad propôs eliminar. Na área de parques e espaços públicos, sua administração teve o excelente secretario do Verde Eduardo Jorge, prestigiado pelo prefeito Gilberto Kassab. Não me parece, portanto, difícil escolher em quem votar na eleição do próximo domingo: Serra que tem melhores condições que Haddad para realizar o que se espera de um prefeito da cidade de São Paulo. JOSÉ GOLDEMBERG, 84, é físico e professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP. Foi reitor da USP (1986-89), ministro da Educação (governo Collor) e secretário de Meio Ambiente do Estado de SP (gestão Alckmin) Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cofeitaria Gerbeaud do lado Peste

 
 
 
 
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A Hungria se destaca como um dos maiores produtores de Foie Gras de Ganso da Europa.Preparado como patê a palavra húngara para foie gras é libamaj .