TERCEIRA EXPOSIÇÃO DA TENET 1913
INAUGURA DIA PRIMEIRO DE JULHO, SEGUNDA FEIRA , AS 19.30 HORAS.
ESSA É A PEÇA APRESENTADA POR HELENA CARVALHOSA.
VALE A PENA VIR CONFERIR O TRABALHO DOS OUTROS PARTICIPANTES.
LOCAL : A CASA, NA RUA CUNHA GAGO 8O7 , AO LADO DO INSTITUTO TOMIE OHTAKE.
Teorias, pesquisas e reflexões sobre a gastronomia brasileira, por Quentin Geenen de Saint Maur
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
A desoneração seletiva da cesta básica...
Gerhard Erich Boehme
boehme@globo.com
(41) 8877-6354
(41) 8877-6354
A desoneração seletiva da
cesta básica segue a linha da imposição de uma dieta (des)humana,
pois direciona o consumo para uma série de produtos que possuem transparência
eleitoral, são produzidos por organizações, grandes grupos, que mais facilmente financiam
campanhas e obtém financiamentos privilegiados, em especial junto ao BNDES.
Estes produtos desonerados
competem de forma privilegiada com uma infinidade de produtos mais nutritivos e
afastam o cidadão, em especial de baixa renda, de uma dieta saudável. Assim um
dos inúmeros efeitos da desoneração seletiva é que concorre de forma intensa
para a obesidade, hoje um dos principais problemas de saúde no Brasil, o qual
concorre para outros problemas, sobrecarregando os serviços públicos de saúde que já são
comprometidos com os nossas deficiências na área de saneamento – que compromete
a saúde preventiva, a escalada da violência crescente – que compromete as áreas
de medicina emergencial e intensiva, os resultados das drogas – que compromete
outras deficiências, e acidentes de trânsito e de trabalho, que produz os
mesmos efeitos que a violência.
A esta triste realidade se
soma o fato de que a desoneração seletiva promove a discriminação, não inclui
os alimentos de macrobióticos, de veganos e vegetarianos, e o que e mais grave,
promove de forma acintosa a discriminação religiosa, pois temos a alimentação
sob controle de qualidade mais rigoroso, para que um alimento se torne Kosher
ou considerado Halal. Sem contar que temos a discriminação étnica, pois o
Brasil é multiétnico e temos uma alimentação que traz consigo não apenas a
cultura, mas a tecnologia para a produção de alimentos, o que abre mercado
também para seus produtores, gera emprego, riqueza e renda, reforça a
agricultura familiar. Isso sem contar a rica alimentação regional que temos no
Brasil.
A desoneração seletiva de outros produtos, como a linha branca,
veículos e outros também traz visibilidade política, pois direciona o consumo para
uma série de produtos que possuem transparência eleitoral, são produzidos por
organizações, grandes grupos, que mais facilmente financiam campanhas e obtém
financiamentos privilegiados, em especial junto ao BNDES.
Ocorre que a capacidade de
consumo do brasileiro é limitada, não temos poupança interna, e muito menos
capacidade para criá-la, já que mais de 40% da renda do cidadão é canalizada
para fazer frente aos impostos que não retornam em bons serviços públicos,
basta ver a área de saneamento, a educação fundamental, a saúde, a prevenção ao
crime - que é deve ser subsidiária ao cidadão, e principalmente a justiça - em
especial por esta desenvolver os primeiros passos na área criminal, que é de
atribuição exclusiva do Estado, e assim deve ser, pois a justiça não pode ser
feita pela próprias mãos.
Portanto, além de ter a renda
comprometida com a elevada carga tributária, agora somada ao imposto
inflacionário, o mais cruel dos impostos já que penaliza os mais pobres, como
vemos agora com a passagens do
transporte público, o cidadão ainda tem que comprometer a sua renda para
atender às deficiências destes serviços públicos, isso quando pode, o que
reforça a limitação de capacidade de consumo. Assim o cidadão foi e é
estimulado a consumir produtos desonerados, o faz em suaves e longas, muito
longas prestações, a perder de vista, mas fica uma certeza que o navegador genovês,
e sua gerentona, que
comandam a economia nacional não previram, ou com má fé desconsideraram, o consumo destes
produtos desonerados interfere de forma cruel no mercado, pois ao retira
capacidade de consumo do cidadão, retira clientes de micro, pequenas, médias e
mesmo de grandes grupos que não gravitam nos corredores de Brasília. Esta tem
sido uma das principais causas da desindustrialização do Brasil, que retrocedeu
a patamares da década de 50 em termos de industrialização, isso em relação ao
nosso PIB, “pibinho” como muitos bons economistas citam.
Não fosse o crescimento na
área de serviços, que move o mercado interno, mas que na área do comércio se
sustenta com produtos importados, em especial os chamados produtos chingling, e
a venda do Brasil, venda esta que se dá através da venda de commodities, que
sabemos são concentradoras de emprego, riqueza e renda ao contrário dos
produtos com valor agregado, que são geradores de emprego, riqueza e renda.
Podemos ver que o Brasil se
afasta de uma verdadeira economia de mercado, e se aproxima de uma ditadura,
onde até mesmo os itens de consumo e o que alimenta o cidadão é decidido por
uma burocracia que apenas teve a competência de criar privilégios, que emPTizou
o estado e nePTizou as estatais.
Não é de se assustar portanto
que alimentamos a corrupção, que não nos indignamos com a venda do Brasil ou o
que é ainda pior, não nos indignamos com a escalada da
violência.
Não nos indignamos que a
escalada da violência teve uma forte contribuição por parte de um índio
sindicalista eleito com total apoio de uma pandilha que se organiza através de
uma entidade chamada Foro San Pablo, e que hoje governa também um país vizinho
e interfere politicamente e economicamente em outro para promover a venda da craconha, criptonita, desirée ou zirê,
muitas vezes sem que o usuário da maconha o perceba, o que invariavelmente leva
ao consumo de drogas mais pesadas. Ela vem de uma parceria formada pelos
fornecedores bolivianos de cocaína, crack e pasta
com uma associação entre os carperos, que é o MST paraguaio com uma entidade de
inspiração no narcoterrorismo colombiano, o Exército do Povo Paraguaio. E o que
assistimos nos últimos o Brasil sendo humilhado com a perda de investimentos
brasileiros, como os da nacionalização das instalações da PETROBRAS e ser
invadido pelos produtos de países vizinhos que aqui estão se fazendo presentes
em todos os cantos do país, destruindo a juventude e desestruturando famílias.
Assim podemos concluir que o
impacto da desoneração é o mesmo que o efeito de numa droga, pois aliena,
entorpece, retira renda do cidadão e a direciona a produtos que retiram dele a
qualidade de vida, a saúde ou mesmo a própria vida. O deixa feliz com drogas
sobre a mesa, um enorme carnê na gaveta e novos produtos que o encantam
visualmente, fazendo-o acreditar que ao lado dos estádios de primeiro nasceu um
país que é também de primeiro mundo. Nada mais falso, basta ver nossos indicadores sociais,
ambientais, econômicos e principalmente os indicadores de liberdade, os quais
não são ensinados em nossas universidades e desconsiderados pelos nossos
políticos, como o índice de "Liberdade Econômica", elaborado pelo
jornal "Wall Street Journal" e pela "Heritage Foundation"
dos Estados Unidos. Ele que é um indicador construído com base em fatores que
mais influenciam um enquadramento institucional favorável ao crescimento
econômico e desenvolvimento de um país.
Ele procura estabelecer uma
correlação positiva entre liberdade econômica e prosperidade, constituindo
igualmente um indicador de referência e a mais profunda fonte de informação
para investidores, executivos políticos e acadêmicos.
A questão agora é econômica,
pois o cidadão não apenas é escravo dos impostos, já que trabalha mais de 40%
para fazer frente a eles, ele é escravo dos efeitos que esta “droga” da
desoneração está a produzir no Brasil. O que nos falta é a liberdade, para que
não aumente a nossa dependência “química” a ela.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Paladar:Chefs se unem contra arrastões em restaurantes de São Paulo
Os chefs paulistanos estão se mobilizandoparacobrardasautoridades atitudes contra a onda de arrastões nos restaurantes. Hoje, ao meio-dia, um grupo se reúne no vão doMasp.Capitaneados por Danielle Dahoui, chef do Ruella, restaurante assaltado no dia 30 de maio,
Benny Novak, Raphael Despirite, Léo Botto, Daniela Bravin e Paola Carosella, entre outros,
se reúnem para lançar o movimento “Acorda Brasil: Juntos pela Vida”. E no dia 4 de agosto vão à Praça da Sé com doces e cartas paradistribuir a quemestiver na rua. “Será um encontro
para discutir o que cada um pode fazer paramudar sua rua, seu bairro e cidade”, diz Danielle.
A chef foi a público para denunciar a falta de segurança depois que a matriz do Itaim foi
saqueada por assaltantes. “Foram 4 minutos e 39 segundos que mudaram minha vida”, explica. “Ir à delegaciaever que os assaltantes talvez pudessem até trabalhar comigo e ter outra perspectiva de vida me fez ir além do arrastão.”
De janeiro a maio de 2013 foram registrados 19 arrastões em restaurantes, segundo dados levantados pelo Estadão
– a Secretaria de Segurança Pública não distingue arrastões dos demais assaltos da cidade.
“Meu objetivo é maior que resolver os arrastões. Minha preocupação é garantir a imagem de São Paulo e a prática de soluções que deram certo em outros países”, explica. A Associação Nacional de Restaurantes (ANR), cujos dirigentes visitaram a redação do Paladar na semana passada, defende que a questão vire assunto de segurança pú-blica.
O setor emprega 6 milhões de pessoas.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Cachaça no Engenho Mocotó
Caríssimos,
É
com grande prazer que anunciamos nosso próximo encontro:
Workshop sobre Cachaça - Inscrições
abertas!
A
cachaça é sem dúvida um dos produtos brasileiros que mais atenção recebe das
pessoas. Há os que gostam e há os que não gostam, mas todos reconhecem a bebida
como um signo da identidade do paladar brasileiro.
No
entanto, só recentemente ela tem sido estudada no sentido de melhor se
compreender sua diversidade num amplo espectro territorial. Há cachaças por
todo o Brasil, sem que seja uma bebida monótona.
O
objetivo do workshop e proporcionar uma oportunidade de melhor se conhecer sua
história, aspectos sensoriais e aspectos gastronômicos.
Participarão
da iniciativa especialistas na bebida:
=> Mauro Marcelo Alves, editor
da Revista Gula e autor do livro “O espírito da Cachaça” nos falará sobre a
História da bebida.
=> Leandro Marelli, pesquisador da
ESALQ , fará uma análise sensorial
=> Rodrigo Oliveira e Leandro
Batista, do restaurante Mocotó, farão uma degustação de cinco tipos
diferentes de cachaça, contemplando as regiões e envelhecimentos. Tudo sempre
acompanhado de petiscos.
Carga horária: 2 horas
Data e horário: 06 de julho, sábado, as
10:00h
Vagas
e inscrições: O curso será ministrado para uma turma de até 25 alunos, no Engenho
Mocotó (Av. Nossa Senhora do Loreto, nº 1.100 - Vila Medeiros), e a
pré-inscrição deverá ser feita, desde já, pelo e-mail: centroculturaculinariac5@gmail.com
O
valor da inscrição é R$ 110,00, incluindo as degustações, e o pagamento deverá
ser feito no dia do evento.
Esperamos vê-los em breve!
Carlos Dória e Rodrigo Oliveira
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Nina Horta acerta na mosca na sua coluna no encarte "Comida" de hoje.
Incomodem-se
15/05/13 - 03:00
POR FOLHA
POR FOLHA
Fico brava quando encontro juventude totalmente desmotivada. Sugiro ao jovem, por exemplo, que vá à Liberdade, que leia o livro do David Chang, que assista ao vídeo do Momofuku (o nome do restaurante dele em Nova York), que leia a revista que ele criou, a “Lucky Peach”, e, a partir disso, comece a inventar qualquer coisa semelhante com comida brasileira.
Ele me olha com cara de paisagem. Não sabe inglês, menino? Faz isso com o livro da Ofélia, da Palmirinha, das dezenas de autores brasileiros. Foi ao encontro do caderno “Paladar” (do jornal “O Estado de S. Paulo”) com tanta novidade?Se não se interessar pelo assunto no qual trabalha, se não quer conhecer seus pares, se não tem curiosidade por um produto novo, larga a cozinha, meu bem, vai procurar teu espaço.
Se não forem curiosos agora, quando chegarem a uma vetusta idade, não vão poder visitar países de mochila, entrar na cozinha dos restaurantes, subir e descer morros atrás de um bar escondido, ler até estufar o olho, experimentar receitas de brotos de bambu, substituir as raspas de bonito por raspas de porco! Renascer por meio da imaginação e da curiosidade!
Claro que estou falando para quem trabalha com cozinha. Estou falando com chefs de restaurantes, chefs de bufê, com todas as brigadas que trabalham no ramo. Com quem manda e com quem obedece. Do patrão ao lavador de louça.
Juro, meninos, sem olhar atento, sem prazer na língua, sem humor, sem generosidade, não vai dar. Os tempos estão bicudos. É a hora da sobrevivência dos mais aptos, se não correrem, se não derem de si o melhor, o bicho pega. Por favor, não fiquem nos seus empregos empatando quem quer ir para frente. Atenção, Exército de Brancaleones acomodados nas cozinhas do mundo inteiro. Se vocês não tiverem dentro de si o perfeccionismo de quem quer ser o primeiro, a vontade de ser diferente, vão é se afogar na massa dos acomodados.
Comecei toda essa arenga ao ver o vídeo do David Chang, coreano, americano, dono do Momofuku. Logo no começo, ele abre um pacotinho de lâmen, de Miojo, e começa por comê-lo cru com o pozinho por cima, com a boca melhor do mundo, lembrando-se da infância.
Dali, ele passa a jogar o Miojo cozido no liquidificador e a fazer um tentador nhoque em três minutos, com muita cebolinha, glup, glup. O que ele quer é misturar as ideias do outro com as suas, divertindo-se à grande, no processo.
Por favor, aqueles que não foram mordidos pelo assunto “comida” bem que poderiam trabalhar noutro lugar que não fosse cozinha, achar o seu nicho não vai ser tão difícil.
Não vem que não tem, “sou pobre, não estudei, moro longe, a cozinha é muito quente”. É por isso mesmo, porque não estudou vai estudar agora, o simples contato com outro cozinheiro vai te dar forças, aproveite um dos poucos lugares onde ainda existem mestres que também foram pobres em cozinhas quentes. Cada um, à sua volta, tem um monte de coisas pra ensinar e trocar. Avante, molecada, saiam do espaço de conforto, incomodem-se, aprendam antes que seja tarde
segunda-feira, 13 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Fui e gostei.
São Paulo confirma sua culinária pluricultural nacional.
Hoje no Engenho Mocotó Ana Rita Suassuna, prima irmã de Ariano Suassuna, apresentou os segredos da culinária do Sertão para um publico jovem e diversificado. Como pano de fundo fotos do livro das Vaquejadas de Andreas Heiniger.
O despertar gustativo enriqueceu o debate com algumas receitas típicas preparadas pelo Chef Rodrigo Oliveira.
Ao fim da aula de sociologia em três dimensões um brinde com uma pinga "Blend Familia Mocotó" selou a riqueza do encontro.
Hoje no Engenho Mocotó Ana Rita Suassuna, prima irmã de Ariano Suassuna, apresentou os segredos da culinária do Sertão para um publico jovem e diversificado. Como pano de fundo fotos do livro das Vaquejadas de Andreas Heiniger.
O despertar gustativo enriqueceu o debate com algumas receitas típicas preparadas pelo Chef Rodrigo Oliveira.
Ao fim da aula de sociologia em três dimensões um brinde com uma pinga "Blend Familia Mocotó" selou a riqueza do encontro.
domingo, 28 de abril de 2013
Diálogos Sertanejos II no Engenho Mocotó
No próximo dia 29, a partir das 10 horas, realizaremos mais uma atividade aberta do C5: Diálogos Sertanejos II, com Ana Rita Suassuna, Rodrigo Oliveira e Andreas Heiniger.
Andreas, para quem não sabe, é um dos autores das fotos do livro de Jun Sakamoto. Ele é um fotografo suiço, especializado em fotografia de objetos - um dos mais importantes em atividade no Brasil. É também dono de um projeto autoral invejável: há anos viaja o sertão, fotografando pessoas, paisagens, objetos. E é isso o que ele nos mostrará para enriquecer nosso debate!
A ideia é aprofundarmos a discussão sobre a marginalidade histórica do sertão e, claro, da sua culinária.
Gilberto Freire, por exemplo, considerava os sertões como “áreas
caracterizadas por uma cozinha ainda agreste; pelo uso da carne seca, de sol ou
do Ceará com farinha: do leite, da umbusada e do requeijão; pelo uso, também do
quibebe, franciscanamente simples, e da rapadura; e nas florestas do centro do
país pela utilização da caça e do peixe de rio - tudo ascética e rústicamente
preparado” (Manifesto Regionalista, 1926).
Além de um contorno amplo do “sertão” há, ai, uma noção sobre
elaboração culinária que contrasta com o litoral - a região “agrário
patriarcal” marcada pelo “uso farto do açúcar”.
Será no Engenho Mocotó (Av. Nossa Senhora do
Loreto, 1100). Caso você esteja interessado/a em participar, é favor confirmam
para que possamos ter uma boa utilização dos lugares disponíveis.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Dois "Chefs", destaque do Brasil Agora!
Jornal O Globo
dos 100 mais influentes do mundo
(Foto: Jennifer Graylock/Getty Images)
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e o chef de cozinha Alex Atala, os dois brasileiros eleitos pela revista norte-americana “Time” como uma das cem pessoas mais influentes do mundo, participaram de festa de gala da publicação na noite desta terça-feira (23) em Nova York.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Fabrice Lenud - Douce France
Enquanto os movimentos sociais para preços mais "justos" em São Paulo estão crescendo, estamos esquecendo que antes de tudo a escolha de comer num restaurante com tabela de preço apresentada ao fregues antes do pedido é opção particular, o que não pode ser confundido com os serviços de saúde, educação, segurança e transporte público, obrigação do bom uso dos nossos impostos pago ao Governo.
A pesquisa para melhor relação custo/beneficio se impõe como para qualquer compra.
Assim durante a minha estadia nos Jardins, escolhi a tradicional "pâtisserie" Douce France do Fabrice Lenud como ponto de encontro e reuniões.
A qualidade e o frescor dos produtos do seu artesanato é incontestável, pain brioche, éclair au café, palmier, croque- monsieur, croissant, café, o primeiro macaron apresentado no Brasil e sem duvida o melhor sorbet de chocolat da cidade.
Escolha feita após comparar com as outras casas similares da região.
A pesquisa para melhor relação custo/beneficio se impõe como para qualquer compra.
Assim durante a minha estadia nos Jardins, escolhi a tradicional "pâtisserie" Douce France do Fabrice Lenud como ponto de encontro e reuniões.
A qualidade e o frescor dos produtos do seu artesanato é incontestável, pain brioche, éclair au café, palmier, croque- monsieur, croissant, café, o primeiro macaron apresentado no Brasil e sem duvida o melhor sorbet de chocolat da cidade.
Escolha feita após comparar com as outras casas similares da região.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Comida "capial" na capital da gastronomia brasileira
Este fim de semana amigos me levaram para conhecer a Costelaria Moema.
A casa apresenta na mesa uma costela de boi assada 40 horas no forno e desossada que derete na boca.
Acompanha uma paleta de sabores tradicionais com arroz branco, feijao, beterrabas fatiadas, vinagrete, polenta frita, tomates com alface e farofa.
O lugar nos proporcionou um agradavel "revivel" das comidas do interior, mais uma prova da rica diversidade da culinaria na capital.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Um terço da carne que chega à mesa do brasileiro não passa por inspeção
Brasília, 9 de abril de 2013
Pesquisa inédita sobre o abate bovino no País mostra que um terço da carne que chega à mesa do brasileiro não passa sequer por inspeção. O trabalho, realizado ao longo de oito meses pela OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, é lançado hoje no Congresso Nacional, em audiências públicas marcadas no Senado (8:30hs) e na Câmara dos Deputados (14hs).
Nova etapa de uma pesquisa sobre as cadeias da pecuária iniciada desde 2007, o relatório Radiografia da Carne no Brasil foca os empreendimentos industriais com inspeção municipal e estadual (esta etapa não analisa o chamado abate clandestino). Uma ampla amostra, em estados responsáveis por mais de 60% do rebanho nacional, aponta para uma falha sistêmica: em aproximadamente 80% dos empreendimentos não é sequer realizada a inspeção sanitária. A falta de sanidade vai junto com o desrespeito ao meio ambiente, aos direitos trabalhistas, ao bem-estar animal e, mais em geral, à falta de rastreabilidade e origem do produto.
“Se acabarmos com a inspeção de ficção, não vai faltar carne na mesa do brasileiro: a capacidade de abate em plantas com inspeção federal atinge mais do que o dobro da produção atual” – assegura o diretor da Amigos da Terra, Roberto Smeraldi. Em discurso aos parlamentares, hoje, ele apelará ao Congresso para ter apenas um sistema único de inspeção.
A pesquisa mostra uma situação paradoxal: a existência, de fato, de quatro padrões sanitários diferentes dentro do Brasil, que não levam em conta que o risco para os consumidores é o mesmo, independentemente de onde a carne é consumida. Mas a realidade é que o padrão mais exigente é o das carnes exportadas, depois vem o das carnes submetidas a inspeção federal (SIF), que podem circular no território nacional, em seguida daquelas submetidas a inspeção estadual (SIE), que podem circular dentro do estado, e finalmente daquelas objeto de inspeção municipal (SIM), cujo trânsito é permitido só dentro do município.
O relatório evidencia a difusa omissão de veterinários que assinam certificados sem sequer estar presentes ao abate, o que permite que a carne circule sem ser considerada clandestina. “O Conselho dos veterinários tem a oportunidade de preservar a dignidade dos bons profissionais, afastando todos os que emprestam seu nome para a inspeção de ficção”, diz Smeraldi. O relatório Radiografia da Carne no Brasil - composto por um documento em pdf e um vídeo de 14 minutos, está disponível na íntegra para download nos sites www.amazonia.org.br e www.eco-financas.org.br
Metade do país apura fraude na merenda escolar - Blog do Ricardo Noblat
Alessandra Duarte, O Globo
Licitações fraudadas, comida estragada servida a alunos, escola fechada porque não tem merenda. Pelo menos 13 estados no país investigam atualmente denúncias de desvio de recursos para aquisição de merenda escolar, de mau armazenamento de comida e de fornecimento insuficiente de alimentos para escolas — em alguns casos, onde há denúncia de verba fraudada é também onde falta merenda.
As irregularidades estão sendo apuradas pelos Ministérios Públicos estaduais e Federal, e por fiscalizações da Controladoria Geral da União, em estados como Paraná, Rio Grande do Norte, Maranhão, São Paulo, Rio, Roraima, Minas, Bahia e Pernambuco; na última semana veio à tona um caso no Espírito Santo, com desperdício de merenda.
domingo, 7 de abril de 2013
Feira do produtor em São Pedro SP
Gravatá, da família das Bromeliaceae, existem cerca de 4 mil espécies, sendo cerca de 1.250 no Brasil .Também conhecida como bromélia pinguim, caraguatá, caravatá; caraguatá, caravatá, gravatá.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Relatório de Desenvolvimento Humano
Síntese: Em seu mais recente
Relatório de Desenvolvimento Humano, a ONU coloca o Brasil num grupo de nações
cujos avanços se destacaram nos últimos anos, reduzindo o hiato que as separa
dos países mais ricos. Mas o que a publicação traz de mais relevante é ressaltar
que os anos em que o país teve crescimento mais acelerado na melhoria das
condições de bem-estar, renda, saúde e educação coincidem com os do governo do
presidente Fernando Henrique. Nossa média de evolução era quase duas vezes
superior à atual. Políticas tucanas como o Plano Real, o Fundef e o Bolsa
Escola são apontadas como marco inicial da arrancada brasileira recente rumo ao
desenvolvimento.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
A onda da Cozinha de Pensão das Minas Gerais está de volta com a abertura da Cozinha Sorbê
Um cantinho quentinho
com meia duzia de mesas, grudado a Sorbê de Brasília, oferece nos almoços da
semana uma comidinha caprichada com custo/beneficio atraente. Rita e sua filha
Anita estão reanimando uma tendencia que desapareceu nas grandes cidades, a comida de pensão.Professores, universitários e outros frequentam o espaço na hora do almoço.
Cozinha Sorbê SCLN 405 Bloco C, Loja 41 Tel: 61/ 3447 4158
domingo, 31 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
No Blog do Aluizio Amorim...
Terça-feira, março 26, 2013
MINISTRO DA AGRICULTURA É CLIENTE DE ABATEDOURO CLANDESTINO, DENUNCIA REPORTAGEM DA REVISTA VEJA.
![]() |
| Abate de animais feito sem qualquer observância mínima com as normas sanitária e sem qualquer fiscalização. Foto do site de Veja. |
O que segue e um relato sucinto de reportagem da revista Veja desta semana e representa mais um escândalo envolvendo o governo do PT. O PSDB, o maior partido de oposição simplesmente silencia. O PSD do Kassab e o DEM igualmente fecham-se em copas. Apenas o PPS se ocupou de protocolar um pedido de explicações do novo Ministro da Agricultura sobre seu envolvimento com esse abatedouro clandestino imundo. A reportagem de Veja mostra ligação de Antonio Andrade com esse açougue de 500 anos de atraso, uma pocilca.
Quem se atreve agora a comer carne de gado dos frigoríficos brasileiros? E o impacto na comercialização internacional da carne de gado do Brasil e seu deletério efeito sobre a economia nacional? Leiam este resumo do ambiente desse matadouro clandestino. Sem palavras:
O odor de sangue apodrecido misturado com dejetos provoca náuseas. A cena é medieval. A foto que ilustra esta reportagem capta o final de mais um dia de trabalho no Matadouro do Rogério, em Vazante, cidade mineira que fica a apenas 350 quilômetros de Brasília. O funcionário manipula o que sobrou do gado abatido na madrugada. Nada é desperdiçado. A membrana que envolve as vísceras será usada para fabricar sabão.
O odor de sangue apodrecido misturado com dejetos provoca náuseas. A cena é medieval. A foto que ilustra esta reportagem capta o final de mais um dia de trabalho no Matadouro do Rogério, em Vazante, cidade mineira que fica a apenas 350 quilômetros de Brasília. O funcionário manipula o que sobrou do gado abatido na madrugada. Nada é desperdiçado. A membrana que envolve as vísceras será usada para fabricar sabão.
As cabeças dos animais serão moídas e transformadas em ração. Os dejetos vão alimentar os cachorros e as galinhas que convivem no mesmo espaço -- um galpão pestilento. No momento da fotografia, a carne já havia seguido para as prateleiras dos supermercados e açougues da região.
É repugnante imaginar que um terço da produção bovina consumida pelos brasileiros é oriunda de lugares assim. É mais repugnante ainda saber que isso acontece em tão larga escala por incompetência, inoperância e negligência dos órgãos de fiscalização.
O Matadouro do Rogério seria apenas mais um entre milhares de estabelecimentos iguais que funcionam país afora se não fosse um detalhe: ele tem entre seus clientes ninguém menos que o novo ministro da Agricultura. Do site da revista Veja
terça-feira, 26 de março de 2013
Biribá
Biribá – (Rollinia mucosa) planta de porte alto, nativa do Norte das Antilhas e Norte da América do Sul (Amazonas), a casca do fruto possui saliências em forma de escamas pontiagudas e é amarela. A polpa é translúcida, mole, suave, doce e aromática, frutos muito perecíveis e, portanto pouco comercializados.
terça-feira, 19 de março de 2013
Mercado de São Fransisco do Sul
Uma ultima parada no porto de São Fransisco do Sul para visitar o mercado da cidade e o museu nacional do Mar que abriga, num antigo deposito lindamente reformado, uma rica coleção de embarcações.
segunda-feira, 18 de março de 2013
" Triste fim de Policarpo Quaresma"
A excelente entrevista do escritor peruano Mario Vargas Llosa por Ubiratam Brasil no Domingo/C2 do jornal O Estado de SP me remete ao livro escrito no inicio do seculo XX " Triste fim de Policarpo Quaresma" de Lima Bareto que a Professora de Letras Maria Angelica Madeira considere como umas das maiores obras literaria brasileira.
Vale conferir!
Vale conferir!
domingo, 17 de março de 2013
Mercado de Itajaí SC
O antigo Mercado está em reforma desde o ano passado, ao lado o Mercado do Peixe oferece uma atraente variedade de frutos do mar e peixes.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Cher Zeca Camargo,
Onde, nas duas cidades citadas, vc pagaria 20,00 R$ por uma hora de estacionamento ou um flanelinha?
Adiciona o fenômeno inflação que está de volta. Vc, eu e todos os brasileiros vivemos esse pesadelo até 1994.
- Ler a
matéria Leonardo Rodrigues na Folha de SP de hoje ”Após desoneração, preços
da cesta básica sobem em vez de caírem”, estamos falando de feijão, arroz e
farinha , o be-a-bá da alimentação do brasileiro.
Antes de
jogar a pedra nos “Bistrôts” precisariámos
ir mais fundo na analise das razões desses preços altos. O mais importante é que vc e seus amigos não comeram "Tartare de Carne de Cavalo", enquanto ao Risoto de Bacalhau vc pode ter sido enganado, já vi supermercados vendendo carne de Pirarucu salgado por Bacalhau.
Acho sua
postura totalmente louvável - É preciso o cidadão se manifestar.Não se pode esquecer que uma matéria publicada tem além dessa responsabilidade o dever de apresentar uma analise aprofundada da relação de causa e efeito ao leitor.
Gastronomicalement,
150,00 R$ por pessoa - Zeca Camargo
Jornalista 'gourmet'
compara restaurantes e conclui que comer em SP custa caro demais
ZECA
CAMARGO
ESPECIAL PARA A FOLHA
ESPECIAL PARA A FOLHA
Você
lembra quando percebeu que o jantar de R$ 150 virou rotina?
Para mim,
foi numa noite, no final do ano passado, quando levei um amigo americano para
jantar num bistrô que, de tão bem-sucedido, já abriu várias filiais, inclusive
fora de São Paulo -o jantar que cito, aliás, foi no Rio.Éramos sete pessoas e comemos bem, ainda que sem excitação: medalhão bérnaise, steak tartare, risoto de bacalhau, peito de pato.
Assustados com a carta de vinhos, pedimos apenas algumas taças, não para todos. E veio a conta: R$ 150 por pessoa.
Comendo lá fora
Teria
sido mais um jantar "normal", não fosse pelo comentário do meu amigo
americano: "Sabe o que aconteceria com um restaurante desses em Nova York?
Fechava em uma semana!".Meu amigo americano não reclamava da comida, claro, mas da relação custo-benefício do restaurante, cuja conta saiu por R$ 150.
Quando um nova-iorquino paga U$ 75 (o equivalente a R$ 150) para jantar fora na sua cidade, a expectativa é de algo ligeiramente mais elaborado (e saboroso e criativo) do que um "magret" de pato ao molho mostarda...
No começo do ano, a revista "New York" saiu com a tradicional lista de "onde comer" naquela cidade obcecada por uma boa refeição.
A média de um prato principal no Acme, um dos novos e bons restaurantes escolhidos por Adam Platt, o crítico da revista? US$ 25 (cerca de R$ 50). No Pok Pok NY, de um dos melhores chefs de 2013? US$ 14 (R$ 28).
O prato mais caro no elogiado Battersby custa U$ 29 (R$ 58). No The Dutch, um dos endereços mais disputados atualmente na cidade? US$ 24 (ou R$ 48).
Claro que há, na mesma lista, os menus-degustação de US$ 150 (R$ 300) ao teto de US$ 195 (R$ 390) para o Eleven Madison Park. Mas esse é, só lembrando, um dos dez melhores restaurantes do mundo de acordo com o ranking da revista inglesa "Restaurant", graças ao talento do chef Daniel Humm.
Esse não é o problema. Para cada Humm, nós temos aqui nosso Alex Atala, entre outros, que, pela cozinha diferenciada, podem pedir, sim, um preço diferenciado.
Mas o que me parece absurdo é pagar um valor alto por uma coleção de pratos genéricos.
Você conhece os suspeitos: atum em crosta de gergelim (ah! com molho teriaki!), carré de cordeiro, espaguete ao vôngole (quando o garçom não tenta empurrar o ainda mais genérico "aos frutos do mar"), arroz de polvo, peixe do dia ao molho de maracujá, ceviche de (claro!) camarão, saint-pierre à provençal, polvo prensado, "steak au poivre", macarrão "thai"...
Essas coisas pelas quais aceitamos pagar um total de R$ 150. Ou melhor, talvez você aceite -eu já abandonei alguns endereços que não me dão nem surpresas nem prazer no seu cardápio.
Que tipo
de surpresas eu esperaria por esse valor? Aquelas que em Paris -Paris!- não
custam mais do que € 25 (ou menos de R$ 65).
Em duas
viagens recentes à capital francesa, munido do último "Fooding" (uma
espécie de guia "Michelin" alternativo, que uma nova geração de
críticos, chefs e "bons garfos" resolveu adotar), fui a alguns dos
melhores restaurantes eleitos pelo guia.O foco do "Fooding" é o sabor do que os chefs preparam -e a "paixão" que eles demonstram no cardápio.
De fato, cada sugestão que segui trouxe gratas surpresas ao paladar. Como no L'Agrume (selo "trop bon" ou "muito bom"), onde uma entrada (rúcula, mariscos, sopa de cheruvia, uma raiz semelhante à mandioquinha, com trufas), um prato principal (confit de marreco com cenouras rústicas) e uma sobremesa saíam por € 24 (R$ 62).
Outros exemplos? No Abri, que neste ano recebeu o curioso título de "fooding d'amour" ("cozinha apaixonante"), o almoço de três pratos custa € 22 (R$ 57).
Tudo bem, o almoço geralmente é mais barato...
Mas veja então o jantar no Roseval, o melhor restaurante de 2013 segundo o "Fooding". Lá, comi uma refeição completa (quatro pratos) por € 40 (R$ 103): creme de couve-flor com ouriço e avelãs, salada verde com timo e castanhas, cordeiro "de leite" com berinjelas, panetone com abóbora e chocolate.
E no Septime (prêmio de honra no "Fooding" de 2012), cinco pratos no jantar custam € 55 (R$ 143): salada de beterraba com carne-seca espanhola e folhas de mostarda, uma sopa de cogumelos-de-Paris, shiitake, foie gras, ostras e ervas, agulhão com abóbora, endívia e "colza" (uma flor), bochecha de vaca, repolho grelhado e mandioquinha e creme de baunilha com sorvete cítrico e merengue de tangerina.
Experiências semelhantes tive ainda em Le Chateaubriand (€ 50, cinco pratos), Clandestino (€ 22, três pratos), Au Passage (€ 18, três pratos), Vivant (€ 55, quatro pratos) -e isso é só uma fração do "Fooding".
Só não
tive experiências assim aqui no Brasil, sobretudo em São Paulo, a cidade que se
orgulha de ser uma capital da gastronomia.
A
oportunidade de viajar e experimentar outros cenários gastronômicos está me
fazendo repensar esse título.Comemos mesmo bem em São Paulo? Comemos caro, isso sim! Mas comemos sempre as mesmas coisas, como se os nossos restaurantes brigassem tanto para sobreviver nesse mercado ultracompetitivo, apenas para sossegarem assim que vissem suas mesas cheias.
A culpa, claro, não é dos restaurantes, muito menos de seus chefs. Cada um cobra o que quiser pela sua comida. O problema está em quem paga por ela.
Na ilusão de que comida cara deve ser igual a comida boa, o cliente passa o cartão mais como uma prova de que "pode gastar" do que como uma recompensa razoável
ao prazer que teve à mesa.
Mas os próprios chefs -especialmente, os jovens- poderiam aproveitar o momento para criar menus realmente criativos e acessíveis, conquistando assim uma geração de onívoros que pode então redescobrir como sair para jantar pode ser delicioso.
Lanço até um desafio: será que algum jovem chef seria capaz de criar um menu de quatro pratos originais por R$ 100 (ou menos)?
Seria um bom primeiro passo para salvar a reputação da cidade -antes que São Paulo se transforme apenas numa enorme praça de alimentação disfarçada de "terraço gourmet".
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